quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Vindouro tem novos pratos no cardápio e mais espaço no salão

Salada crocante envolta em salmão marinado, creme de wasabi e redução de shoyu.


Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Giuliano Hahn e Adriana de Nadai, os chefs do Vindouro, apresentando os novos pratos.Giuliano Hahn e Adriana de Nadai, os chefs do Vindouro, apresentando os novos pratos.
O restaurante Vindouro está de cara nova. No visual e no cardápio, já adaptado para a Primavera que ora vivemos. São vários pratos, criados pelos chefs Giuliano Hahn e Adriana De Nadai, saindo ainda um pouco mais do sotaque francês inicialmente concebido para a casa e adotando um perfil de cozinha internacional, com a utilização de ingredientes brasileiros.
Inclusive com a inclusão de uma página para as massas, que até então eram apenas algumas poucas opções entre os pratos oferecidos. São todas massas artesanais, produzidas na casa, e, entre os lançamentos, estão oLinguini ao velouté cremoso de cebola roxa crocante e castanha do Brasil, o Ragout de pato e cogumelos com tagliatelle e sálvia crocante e o Tortellini de brie com pera glaceada e lâminas de amêndoas. Mas o mais interessante de todos é oAgnolotti de carne à moda do Piemonte, receita trazida de lá por Adriana, que durante um bom tempo trabalhou ali no norte da Itália. São cortes irregulares da massa “al plin”, que denomina a maneira como são fechados sobre o recheio. Plin, em italiano, significa belisco e é assim, beliscando as bordas, que se formam os pequenos, digamos, pasteizinhos a serem cozidos por alguns minutos. No recheio, carnes de boi, carneiro e porco (originalmente, na Itália, utiliza-se o coelho em vez do boi) e o resultado final é muito bom. É servido sobre um demiglace também feito na casa e decorado por alguns brotos. 
O mais interessante dessas massas é o preço: a maioria delas (incluindo o agnolotti) está por R$ 29, quebrando aquele paradigma de se considerar o Vindouro um restaurante caro.
Mas as novidades estão em todos os compartimentos do menu, da entrada à sobremesa.

Veja o post com o cardápio completo no novo endereço do blog, aqui.

Bárbara Trevisani lança linha Petit Royal de doces finos



Divulgação
Divulgação / A linha Petit Royal, novidade no catálogo da Bárbara Trevisani.A linha Petit Royal, novidade no catálogo da Bárbara Trevisani.
Petit Royal é o nome da nova linha de doces finos da pâtisserieBárbara Trevisani Chocolates e Doces Finos.
Foi na recente viagem a Paris que Bárbara Trevisani e o marido Paulo Trevisani se inspiraram para criar essa nova linha de doces finos, aprimorando seus conhecimentos e suas técnicas em curso na famosa escola de culinária francesa Le Cordon Bleu.
Petit Royal é um doce exclusivo da linha Bárbara Trevisani e tem quatro sabores: Creme de frutas vermelhas com ganache de groselha, Creme de amaretto com crocante de amêndoas, Trufado belga e Irish cream.


Bárbara Trevisani Chocolates e Doces Finos

Avenida República Argentina, 5.025 – Novo Mundo
Fone: (41) 3347-6278

Pastel e costelinha de porco no novo Madero Batel



Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Os pastéis da banca da Hati, a fornecedora das massas para a produção do Madero.Os pastéis da banca da Hati, a fornecedora das massas para a produção do Madero.

Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / A banca da Hati, na feira da Silva Jardim: sempre com filas, seja a que hora for.A banca da Hati, na feira da Silva Jardim: sempre com filas, seja a que hora for.
Desnecessário entrar em detalhes sobre o novo Madero, o do Batel, 17ª unidade inaugurada na rede do restaurateur e chef Junior Durski. Todo mundo já falou, todo mundo já escreveu e a inauguração da nova casa teve todo o brilho que um empreendimento de sua grandeza merece.
Realmente a casa é muito bonita (o bom gosto da Kethlen Ribas Durski é inquestionável) e já me chamou a atenção de pronto pela enorme mesa de prancha única logo na entrada, na sala de espera. É uma peça só de um tronco de oito metros. Inteiriça, de garapeira, vinda do Mato Grosso do Sul. Lá dentro, no salão que pode ser reservado para eventos, tem outra menor. Deslumbrante talvez não seja um adjetivo exagerado para o visual da nova casa.
Mas como o negócio nosso aqui são principalmente os bons sabores, vamos a eles, que diferenciam o novo Madero dos demais. Pelo menos por enquanto, já que a ideia de Durski é incluir os pratos novos nas demais unidades. A começar pelos pasteizinhos servidos como entrada e aperitivo. E aí cabe um capítulo especial.
Junior Durski talvez seja um dos mais fanáticos consumidores de pastel de que tenho conhecimento. Lembro-me de conversa que tivemos anos atrás, quando me traçou um mapa de todos os melhores pastéis da cidade, especialmente os de feira, os seus favoritos. E até hoje vai atrás deles, depois da longa caminhada matinal, feira a feira. O preferido é o do Tadashi, massa fina e crocante, recheio na medida – nem pouco como o vento nem demais a tirar o sabor e a textura da massa. Tadashi está nas terças na feira da Praça Ouvidor Pardinho, às quartas no São Francisco (Rua Davi Carneiro), na sexta na Rua Coronel Dulcídio e aos sábados na feira de automóveis do Pinheirão.
Mas o mais curioso foi o que Durski me explicou depois. Considera o pastel da banca da Hati o segundo melhor da cidade, pelo fato de a massa ser um pouco mais espessa, mas também é consumidor frequente – aos sábados, na feira da Silva Jardim, e às quintas no Carmo. Só que a Hati é quem fornece a massa pro Tadashi. Um pouco mais fina, a pedido dele. E agora também fornece a mesma massa ao Madero, para a produção dos pastéis que estão sendo servidos na nova casa.

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