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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Prime Grill, novo endereço de carnes nobres em Curitiba

A Prime Grill está sendo inaugurada hoje, com carnes nobres em serviço à la carte.



Valterci Santos
Valterci Santos /
Curitiba ganha hoje (26) uma nova churrascaria. Mas a proposta é que não seja uma qualquer ou pelo menos mais uma casa de carnes na cidade. O conceito estabelecido pelos sócios do empreendimento é de uma churrascaria Premium, unindo as tradições brasileira e argentina de lidar com as carnes nobres – enfatizam uma declarada inspiração na churrascaria Cabaña Las Lilas, sucesso na região de Puerto Madero, em Buenos Aires.O local onde funciona a nova casa já tem bom pedigree. Durante muito tempo funcionou ali o Churrascão do Tadeu, uma das referências em churrascaria do bairro São Lourenço.
Dos três sócios, um está entre os principais especialistas de churrasco em Curitiba. Toninho Pereira tem uma história de vida toda ligada à carne, dos primeiros tempos do Açougue Tobias, onde por uma década foi o fornecedor do Burgomestre (que foi referência em grelhados durante um bom tempo), e como fundador e proprietário por 12 anos do Tobias Grill, que mantinha o mesmo padrão da outra casa (de onde vieram os funcionários, dois deles com ele na nova churrascaria), mas com um upgrade nas carnes e no serviço. Os outros dois parceiros são Diego Galléas (sócio do Citra Bar) e Djonathas Vessaro, que estreia no ramo.

Para saber mais, inclusive as carnes servidas no cardápio, clique aqui

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Bar Santa Marta tem novo cardápio. Pra ninguém botar defeito

Camarão na moranga do Bar Santa Marta. Atraindo já pelo visual.



Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Tito Barcellos, o jovem chef do Santa Marta.Tito Barcellos, o jovem chef do Santa Marta.

Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Cubos de tapioca com queijo coalho - um toque agridoce dentre os novos petiscos da casa.Cubos de tapioca com queijo coalho - um toque agridoce dentre os novos petiscos da casa.
Aprendi a definição por meio do comentário do jornalista Guilherme Grandi: “restobares”. É como o pessoal está chamando os bares que dão uma incrementada no cardápio e não se limitam a servir apenas os petiscos mais simples ou comuns. Claro que estes são mantidos, mas há opções até para refeições completas, caso o cliente deseje um pouco mais do que tomar umas e beliscar.É o caso do Bar Santa Marta, conhecido pelas apresentações de música ao vivo para todos os gostos (do sertanejo a Elvis Presley, conforme o dia) e que agora deu um upgrade em seu menu. Tive a chance de experimentar alguns dos novos pratos e fiquei muito bem impressionado. A começar pelo chef, o jovem Tito Barcellos (filho do publicitário Paulo Barcellos, amigo e ex-companheiro dos bons tempos da TV Iguaçu), que se mostrou criativo e (ao mesmo tempo) comedido, o balanceamento certo para o sucesso na profissão.
Formado em gastronomia pela PUC, Tito rodou por algumas boas casas de Curitiba, integrando brigadas de cozinha enquanto se aperfeiçoava. Foi responsável pela cozinha do bar Cana Benta, de onde saiu para comandar as panelas no Bar Santa Marta, onde deu uma boa e saborosa mexida no cardápio, que manteve, claro, as criações do Sushi Bar, que fazem grande sucesso entre o público da casa, assim como as chapas, outra marca registrada.
À seção de petiscos do bar foram acrescentadas opções como "Cubos de tapioca com queijo coalho", que são servidos com toques de melaço de cana (um toque agridoce final irresistível), e o "Bolinho de provolone", acompanhados com molho de queijo. Entre os sanduíches, destaque para o "Sanduíche de rosbife" (muito saboroso, mas com uma armadilha para os desavisados ou distraídos – porque a descrição consta do cardápio: pimenta jalapeño). Já o "Sanduíche de linguiça Blumenau" é servido com queijo, maionese, alface americana, tomate e cheiro verde.
Mas é nos novos pratos principais que o menu impressiona.

Confira o cardápio completo clicando aqui

sexta-feira, 22 de março de 2013

Diletto lança sorvete especial para a Páscoa



Divulgação /
Um picolé inédito de chocolate crocante é o que a Diletto está anunciando para celebrar a Páscoa que se aproxima. E como o tempo colaborou, recuperando um pouco o calorzinho que a chuvarada dos últimos dias havia escondido, vale a pena a indicação.O sorvete é feito com chocolate Belga e Granela de Amaretto e se chama Felicitá del giorno da Diletto, com edição limitada desenvolvida especialmente para a Páscoa.
Aproveitando o embalo, a Diletto proporciona mais. Além do sabor gourmet mais do que especial, oferece um Kit Especial de Páscoa, composto por oito picolés, todos de chocolate. São cinco desse novo chocolate crocante, um de chocolate italiano, um de gianduia e um de chocolate de origem.
O Kit Páscoa custa R$ 50 e o picolé de chocolate crocante R$ 7,50. Em Curitiba podem ser encontrados no Quiosque da Diletto no Park Shopping Barigui (no segundo piso, quase em frente aos cinemas).

A Diletto


Com apenas quatro anos de Brasil, a Diletto marca por oferecer picolés de sabores exclusivos e ainda 24 tipos de coberturas para combinar com os sorvetes de massa.
O italiano Vittorio Scabin começou tudo em 1922, na Itália, produzindo um sorvete artesanal, feito de frutas frescas e neve. Era no pequeno vilarejo de Sappada, região do Veneto. O cuidado no preparo e na seleção dos ingredientes naturais faziam do
Diletto um sorvete delicioso e saudável.
Com a chegada da Grande Guerra Mundial, Scabin viu-se obrigado a deixar sua Itália e a construir uma nova vida no Brasil.
Hoje, quase um século depois, a tradição continua pelas mãos de seus netos, que uniram as evoluções da indústria às sutilezas do processo artesanal desenvolvido pelo avô, mantendo a mesma dedicação, o perfeccionismo e a paixão, fundamentais para transformar simples picolés em raras e deliciosas porções de felicidade.

Leia aqui também. 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Pimenta dedo-de-moça recheada no Pachá

Pimenta dedo-de-moça recheada agora também é atração no Bar do Pachá.

Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Com recheio de camarão e palmito.Com recheio de camarão e palmito.
Pimenta recheada? Até já tinha ouvido falar, mas quando o Zico anunciou que tinha lá no Restaurante Bar do Pachá, não resisti. Porque desafio gastronômico é comigo mesmo e quero sempre experimentar de tudo, até mesmo para poder dizer se gostei ou não. Seja como for, não peco pela omissão.Uma razão a mais para provar: de autoria do amigo José Aristides Loureiro, que de vez em quando é dentista, mas sabe cozinhar como ninguém. E é um dos primeiros integrantes de nossa Confraria do Armazém, que está comemorando dez anos nesse mês.
A expectativa maior era quanto à picância. Que não existe, não ficou nada nem pra lembrar que era pimenta dedo-de-moça (depois o Zico me contou que ela é aferventada por um instante).
Escoltadas por um belo sauvignon blanc vieram duas opções. Uma com recheio de carne moída e outra com camarão e palmito. Gostei mais da primeira, achei que o segundo recheio meio que sumiu no paladar perante o sabor da pimenta com sua crosta (bem crocante, feita com sucrilhos). O detalhe interessante é o contraponto agridoce que algumas gotas de mel proporcionam.
O petisco está sendo incorporado ao cardápio da casa, que está cada vez mais gourmet – sem perder o charme de um boteco. Acho que vale a experiência, até mesmo para aqueles que imaginaram jamais na vida comer uma pimenta dedo-de-moça (e das grandes) inteira.

Veja o post completo aqui.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Farinha de funghi porcini agora vem em pacotinhos

Palavra que fiquei curioso. Muito chef faz em casa, mas dá um trabalho danado e nem sempre o aproveitamento é total. Pois não é que a Paganini (marca italiana referência em produtos gourmet) está lançando a Farinha de Funghi Porcini?
Elaborada em moinhos de pedra com séculos de história na moagem de cereais, cogumelos e castanhas, esta farinha mantém todas as propriedades originais do funghi porcini, destacando seu expressivo aroma e sabor. Isso porque a técnica de moagem é realizada por meio das rodas de pedras movidas lentamente por água – algo que seria inimaginável nos tempos de hoje, mas que, por isso mesmo, confere o sabor que fez a história secular.
Chega agora ao Brasil para se tornar imprescindível na cozinha dos chegados na boa gastronomia. Com a vantagem de ser versátil, pois pode ser utilizada para realçar o aroma e sabor dos pratos que levam o especial cogumelo como ingrediente ou ainda para empanar carnes e aves. O produto destaca também agilidade no preparo de pratos, já que apresenta rápido cozimento, segundo informam os importadores, a Porto a Porto e a Casa Flora.
A embalagem de 50g custa R$ 23 (valor de referência) e o produto pode ser encontrado entre os importados dos melhores supermercados e delicatessens.
Pode apostar que vou experimentar e daqui uns dias posto uma receita aqui.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Truta e frescal. Sabores da Serra Catarinense agora em Curitiba

Filé de truta ao molho de amoras, uma das tantas opções em trutas no cardápio do Átrio.



Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Rita e Juliana Furtado - mãe e filha à frente do Átrio Bistrô, recém-inaugurado em Curitiba.Rita e Juliana Furtado - mãe e filha à frente do Átrio Bistrô, recém-inaugurado em Curitiba.

Anacreon de Téos
Anacreon de Téos /

Anacreon de Téos
Anacreon de Téos /
Mas o que é frescal? – é a pergunta automática de quem chega a um restaurante da Serra Catarinense. E que agora pode ser formulada por aqui, em Curitiba, com a chegada do Átrio Bistrô, aberto há pouco mais de um mês com a proposta de apresentar justamente a comida daquela linda região. A iniciativa de trazer para cá um pouco dos sabores de lá foi da chef Juliana Furtado, que há oito anos comanda um restaurante naquelas bandas e que vive lotado em temporadas e períodos específicos. A necessidade de mudar para Curitiba e o desejo de novas empreitadas contribuíram para busca por um espaço na cidade até chegar ao ponto onde funcionava o Alba Chiara, o pequeno italiano comandado pelo chef Felipe Mulato antes de se transferir para o Cana Benta.
Mas o que é o frescal, então? Para quem não está familiarizado, a primeira relação é com o queijo minas frescal, aquele queijo bem brasileiro. Mas não tem nada a ver com isso. Frescal é um processo de salga de carne que se assemelha um pouco com o da nordestina carne de sol. Tanto um quanto outro não ficam no sol e, sim, à sombra, por até 48 horas. Ao contrário do charque e da carne seca, ficam bem rosados por dentro e as peças podem ser utilizadas até mesmo como churrasco, caso seja o desejo.
É um método de conservação muito utilizado pelos tropeiros que cruzavam a Serra Catarinense em tempos remotos. Alguns deles se estabeleceram por lá, deixando esse saboroso legado que hoje chega até nós. E a carne frescal se tornou uma das marcas de sabor da região, juntamente com as trutas, que formam a dupla imbatível no cardápio do Átrio Restaurante, ponto de referência gastronômica em Urubici/SC.
O Átrio Bistrô também segue essa vertente, não poderia ser diferente. Juliana Furtado apresenta pratos com truta, frescal de contrafilé bovino, frescal de pernil de ovelha, além de receitas com pinhão, como o entrevero, por exemplo. Além é claro, de opções de entradas, saladas e sobremesas. Bem como uma carta de vinhos e cervejas, não muito extensa, mas basicamente com opções catarinenses.

Para o post completo, com mais detalhes e ilustrações, clique aqui.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Duas noites de trufas brancas no Restaurante Durski


Tartufo bianco, a estrela principal de duas noites muito especiais no Restaurante Durski.

Já vem se tornando tradição, a atiçar o paladar dos gourmands e gourmets. Pelo terceiro ano consecutivo, sempre nessa época do ano, o Restaurante Durski apresenta seu Festival do Tartufo Bianco, com alguns pratos concebidos especialmente para a ocasião pelo chef e restaurateur Junior Durski. E o que mais importa: pratos de sabores delicados, permitindo à trufa o papel de estrela maior, pois é justamente em torno dela que gravitam os anseios de quem se programa para as duas noites propostas pela casa.

Sim, apenas duas noites. Hoje (14) e amanhã, nada mais que isso. No cardápio, duas entradas e três pratos principais trazem a iguaria como o sabor principal. Os preços variam entre R$ 180,00 para as entradas e R$ 290,00 para os pratos principais.

Com sabor único e aroma perfumado, a trufa atiça exigentes paladares e a preferência de chefs da alta gastronomia, que utilizam os tartufos para servir em massas, risotos, carnes, entre outras inúmeras formas de exaltar as sãs melhores características. Mas a maneira mais simples de saboreá-las (frescas) é pura, raspadinha em cima de um ovo frito. Nada mais intenso em aromas e sabor.

O processo proposto por Durski é semelhante. O cliente escolhe os pratos do cardápio e, à mesa, o garçom rala as fatias de trufas sobre os pratos a serem servidos. O resultado é indescritível.

Para saber mais detalhes, inclusive o cardápio completo, clique aqui.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Comer bem também pode ser divertido


Drinques moleculares, que estouram na boca, para começar a noite.


O chef Fabio Mattos e o Bulgogi.
É tudo muito divertido. Cada prato ganha apresentação especial do chef, que explica seus “efeitos especiais” e a melhor maneira de digeri-lo. Mas não prendem apenas pelo inusitado da apresentação ou da textura. São também muito saborosos, o que garante uma noite de bom paladar e bom humor.

Mas ninguém imagina que tudo isso possa acontecer lá dentro. Primeiro, pelo nome do restaurante, Poco Tapas, que tem tudo para ser uma casa espanhola, não é certo? Pelo menos foi o que pensei de início, embora já tivesse lido que o chef transitava bem na área da cozinha molecular. O segundo ponto é a fachada, com letras escuras sobre a parede escura, passando praticamente despercebida a quem passa por aquele trecho da Avenida Vicente Machado. Não fosse um pequeno outdoor ao lado e seria praticamente impossível descobrir a existência de um restaurante funcionando ali naquele imóvel – os vidros das janelas são recobertos por película que não permitem visualizar o que acontece lá dentro.

Mas essa primeira impressão se desfaz já no contato de boas-vindas dos garçons e na apresentação do cardápio. Nada de espanhol, apenas a ideia de aproveitar a definição de “tapas” como oferta de porções e “poco” por serem razoavelmente pequenas, a permitir a escolha de várias delas durante a refeição – foi a explicação. O cardápio é bem diversificado e varia sempre, conforme a oferta de ingredientes no mercado. Na dúvida (e na melhor das opções, conforme se percebe depois), a recomendação é pedir o Menu Degustação (R$ 80), uma sequência de dez pratos (ou tapas, conforme a denominação da casa), desde o primeiro petisco de entrada até a sobremesa.

Para beber? A casa dispõe de uma curta e bem arranjada carta de vinhos (com rótulos exclusivos para Curitiba, clientes únicos que são de uma importadora paulista), mas a oferta da sangria é irresistível. A princípio não sou dos maiores apreciadores da bebida espanhola, sempre acho meio aguada e com as frutas sem sabor. Acontece isso quando é feita na hora, o que não ocorre com a sangria do Poco Tapas, que tem as frutas maceradas por mais de um dia no vinho cabernet sauvignon, com um toque de licor de laranja. O resultado é uma bebida muito saborosa, densa, não muito doce e que acompanha bem os pratos. O copo é grande e custa R$ 10.

Antes de vierem os pratos, um pãozinho, Pão de feijoada com molho pesto. E com gosto de feijoada mesmo. E dois drinques, escolhidos entre as propostas do dia. Drinques sólidos, ou quase isso, conforme explicou a garçonete. Um deles era o Martini de nutella com esferificação de licor de laranja, uma esfera contendo Curaçao blue dentro e que veio servida em uma colher sobre um pó de nutella. Na boa, pressionada, a esfera explode e os sabores se misturam. O outro drinque tem o mesmo princípio e se chama Shot baiano, uma esfera de licor de menta dentro de um copinho com água de coco e limão. Ambos deixaram boa impressão.

Para ler o post completo, com fotos e descrição de todos os pratos, clique no novo endereço do blog, aqui.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Aberto oficialmente o Alfredo (do fettuccine) em Curitiba




Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Harumi Iura e Marcelo Oliveira, a dupla responsável pela cozinha do Alfredo.Harumi Iura e Marcelo Oliveira, a dupla responsável pela cozinha do Alfredo.
Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Fettuccine alla Alfredo, o primeiro prato.Fettuccine alla Alfredo, o prato mais famoso da casa.
Depois de muita expectativa, finalmente foi inaugurado o Alfredo’s Gallery Alla Scrofa – Roma, que certamente será chamado apenas de Alfredo pelo curitibano. É aquele mesmo restaurante que já foi referência aqui, em post anterior, que tem sua casa original na capital italiana e onde surgiu o famoso Fettuccine Alfredo, que seduziu tantos artistas de Hollywood e mais algumas personalidades. (Clique aqui, no post anterior, para ver todo o histórico de uma griffe que é sucesso no mundo todo.)Impressionante foi o ritmo das obras, que há três semanas ainda estavam na fase do chapisco. O projeto arquitetônico de Mônica Moro Harger e Fernanda Morishita, da Locus Arquitetura, é de extremo bom gosto, com a intenção de remeter o cliente à inspiração do restaurante original, com a madeira tendo sido usada em toda parte, interna ou externa, proporcionando um ambiente aconchegante e receptivo.
No interior, reproduções de fotos de artistas que estão exibidas no restaurante romano e a divisão em vários ambientes nos três níveis de piso existentes, alguns deles apropriados para eventos fechados. Nas adegas climatizadas, que comportam mais de mil garrafas, destacam-se 180 rótulos (selecionados pela consultoria da sommelière Thays Ferrão com o sommelier da casa, Cesar Simbala) com preços bem interessantes, provenientes de diversos países, com ênfase para os italianos. Ali, as arquitetas se valeram da madeira no mesmo tom do mobiliário, para dar unidade com o restante do restaurante e ao mesmo tempo criar o clima que o ambiente necessita.
No cardápio do Alfredo os pratos são divididos em três classificações: tradicionais, gourmands e da estação. Aos tradicionais não cabe explicação, são aqueles mesmos que consagram a gastronomia italiana de todos os tempos e onde se encaixa, é claro, o Fettucine Alfredo. Nos gourmands a oportunidade de o chef criar em cima de sabores, ingredientes e temperos, enquanto os da estação (para começar, estivo, verão em italiano) permitem a adaptação aos ingredientes e ao clima de momento.
Na cozinha, o responsável por tudo o que é salgado é o chef cascavelense Marcelo Oliveira, formado pelo Centro Europeu e com passagens, em Curitiba, pelo hotel Four Points by Sheraton, pelo Armazém Italiano – onde se encantou pelo preparo das massas frescas – e no Chalet Gourmet, restaurante onde conquistou sua primeira experiência como ajudante do chef. Partiu para a Europa e se fixou na Itália, passando por várias casas até chegar ao Alfredo Alla Scrofa, em Roma, onde adquiriu toda a base para ser chamado ao comando da cozinha da nova casa, em Curitiba.
Completando harmoniosamente a dupla, a chef pâtissière Harumi Iura se encarrega das sobremesas, partindo para o desafio de também se especializar na doçaria italiana. Harumi é ótima, é da linha de frente das “doceiras” da cidade e até bem pouco tempo brilhava no fecho das refeições do restaurante C La Vie.

Confira o post completo aqui, com mais ilustrações, no novo endereço do blog.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Peixada no Happy Burger? Muito bom, doutor... muito bom


Divulgação
Divulgação / Peixada com pirão, lançamento no cardápio do Happy Burger.Peixada com pirão, lançamento no cardápio do Happy Burger.
Olha só, Peixada! Lembrei-me dos primeiros tempos de carreira, quando torcíamos para ter viagem ao Espírito Santo (época em que o Espírito Santo tinha time de futebol disputando campeonato brasileiro). Trabalhar nos jogos era o de menos. Valia, mesmo, curtir a “Peixada do Sanchão”, a mais famosa de Vitória nos anos 70 e 80. Completa, com aquele toque avermelhado do urucum... uma delícia.A peixada não é muito comum em nossos restaurantes por aqui. Sei lá, há uma prevenção qualquer com peixes ensopados e o máximo que passa é a moqueca, até mesmo pelos apelos regionais agregados.
Pois agora o Happy Burger está anunciando Peixada em seu cardápio. Segundo as informações que chegam, foi inspirada na moqueca capixaba (o urucum, já citado, é a diferença para a baiana) e ganha o nome pelo acréscimo de batata ao cozido. O prato é servido com pirão, arroz e farofa e é atração das quintas-feiras, a R$ 20 por pessoa, no buffet.
E assim o Happy Burger vai ampliando seu cardápio, o que me faz lembrar aquela propaganda do posto de gasolina. Fundado em 1992 para servir sanduíches, atualmente a casa tem um menu bem variado, muito além dos lanches rápidos e porções, incluindo saladas, grelhados, massas, sopas e pratos executivos, além das sobremesas. “E tudo isso numa hamburgueria? Muito bom, doutor...”
O nome do estabelecimento, aos poucos, nada mais tem a ver com a proposta inicial. Mas se for para acrescentar boas sugestões como essa, que seja assim. É de se experimentar.

Happy Burger
Avenida Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, 251 – Cristo Rei
Fone: (41) 3262-9196

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Vindouro tem novos pratos no cardápio e mais espaço no salão

Salada crocante envolta em salmão marinado, creme de wasabi e redução de shoyu.


Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Giuliano Hahn e Adriana de Nadai, os chefs do Vindouro, apresentando os novos pratos.Giuliano Hahn e Adriana de Nadai, os chefs do Vindouro, apresentando os novos pratos.
O restaurante Vindouro está de cara nova. No visual e no cardápio, já adaptado para a Primavera que ora vivemos. São vários pratos, criados pelos chefs Giuliano Hahn e Adriana De Nadai, saindo ainda um pouco mais do sotaque francês inicialmente concebido para a casa e adotando um perfil de cozinha internacional, com a utilização de ingredientes brasileiros.
Inclusive com a inclusão de uma página para as massas, que até então eram apenas algumas poucas opções entre os pratos oferecidos. São todas massas artesanais, produzidas na casa, e, entre os lançamentos, estão oLinguini ao velouté cremoso de cebola roxa crocante e castanha do Brasil, o Ragout de pato e cogumelos com tagliatelle e sálvia crocante e o Tortellini de brie com pera glaceada e lâminas de amêndoas. Mas o mais interessante de todos é oAgnolotti de carne à moda do Piemonte, receita trazida de lá por Adriana, que durante um bom tempo trabalhou ali no norte da Itália. São cortes irregulares da massa “al plin”, que denomina a maneira como são fechados sobre o recheio. Plin, em italiano, significa belisco e é assim, beliscando as bordas, que se formam os pequenos, digamos, pasteizinhos a serem cozidos por alguns minutos. No recheio, carnes de boi, carneiro e porco (originalmente, na Itália, utiliza-se o coelho em vez do boi) e o resultado final é muito bom. É servido sobre um demiglace também feito na casa e decorado por alguns brotos. 
O mais interessante dessas massas é o preço: a maioria delas (incluindo o agnolotti) está por R$ 29, quebrando aquele paradigma de se considerar o Vindouro um restaurante caro.
Mas as novidades estão em todos os compartimentos do menu, da entrada à sobremesa.

Veja o post com o cardápio completo no novo endereço do blog, aqui.

Bárbara Trevisani lança linha Petit Royal de doces finos



Divulgação
Divulgação / A linha Petit Royal, novidade no catálogo da Bárbara Trevisani.A linha Petit Royal, novidade no catálogo da Bárbara Trevisani.
Petit Royal é o nome da nova linha de doces finos da pâtisserieBárbara Trevisani Chocolates e Doces Finos.
Foi na recente viagem a Paris que Bárbara Trevisani e o marido Paulo Trevisani se inspiraram para criar essa nova linha de doces finos, aprimorando seus conhecimentos e suas técnicas em curso na famosa escola de culinária francesa Le Cordon Bleu.
Petit Royal é um doce exclusivo da linha Bárbara Trevisani e tem quatro sabores: Creme de frutas vermelhas com ganache de groselha, Creme de amaretto com crocante de amêndoas, Trufado belga e Irish cream.


Bárbara Trevisani Chocolates e Doces Finos

Avenida República Argentina, 5.025 – Novo Mundo
Fone: (41) 3347-6278

Pastel e costelinha de porco no novo Madero Batel



Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / Os pastéis da banca da Hati, a fornecedora das massas para a produção do Madero.Os pastéis da banca da Hati, a fornecedora das massas para a produção do Madero.

Anacreon de Téos
Anacreon de Téos / A banca da Hati, na feira da Silva Jardim: sempre com filas, seja a que hora for.A banca da Hati, na feira da Silva Jardim: sempre com filas, seja a que hora for.
Desnecessário entrar em detalhes sobre o novo Madero, o do Batel, 17ª unidade inaugurada na rede do restaurateur e chef Junior Durski. Todo mundo já falou, todo mundo já escreveu e a inauguração da nova casa teve todo o brilho que um empreendimento de sua grandeza merece.
Realmente a casa é muito bonita (o bom gosto da Kethlen Ribas Durski é inquestionável) e já me chamou a atenção de pronto pela enorme mesa de prancha única logo na entrada, na sala de espera. É uma peça só de um tronco de oito metros. Inteiriça, de garapeira, vinda do Mato Grosso do Sul. Lá dentro, no salão que pode ser reservado para eventos, tem outra menor. Deslumbrante talvez não seja um adjetivo exagerado para o visual da nova casa.
Mas como o negócio nosso aqui são principalmente os bons sabores, vamos a eles, que diferenciam o novo Madero dos demais. Pelo menos por enquanto, já que a ideia de Durski é incluir os pratos novos nas demais unidades. A começar pelos pasteizinhos servidos como entrada e aperitivo. E aí cabe um capítulo especial.
Junior Durski talvez seja um dos mais fanáticos consumidores de pastel de que tenho conhecimento. Lembro-me de conversa que tivemos anos atrás, quando me traçou um mapa de todos os melhores pastéis da cidade, especialmente os de feira, os seus favoritos. E até hoje vai atrás deles, depois da longa caminhada matinal, feira a feira. O preferido é o do Tadashi, massa fina e crocante, recheio na medida – nem pouco como o vento nem demais a tirar o sabor e a textura da massa. Tadashi está nas terças na feira da Praça Ouvidor Pardinho, às quartas no São Francisco (Rua Davi Carneiro), na sexta na Rua Coronel Dulcídio e aos sábados na feira de automóveis do Pinheirão.
Mas o mais curioso foi o que Durski me explicou depois. Considera o pastel da banca da Hati o segundo melhor da cidade, pelo fato de a massa ser um pouco mais espessa, mas também é consumidor frequente – aos sábados, na feira da Silva Jardim, e às quintas no Carmo. Só que a Hati é quem fornece a massa pro Tadashi. Um pouco mais fina, a pedido dele. E agora também fornece a mesma massa ao Madero, para a produção dos pastéis que estão sendo servidos na nova casa.

Leia o post completo no novo endereço do blog, clicando aqui.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Tem novo cardápio no Bistrô Duchamp

Pescada Duchamp - Filé de pescada amarela assado em cama de manjericão, acompanhado de berinjela grelhada e figo flambado na cachaça de canela.
O Bistrô Duchamp está de cardápio novo. O que não é muito comum, pois as criações do chef Marcos Oliveira sempre agradaram aos clientes da casa e por um bom tempo não se mexeu uma linha no menu da casa.
Mas o próprio chef decidiu dar uma guinada geral, mantendo apenas os dois pratos mais requisitados da relação anterior. Quer dizer, não foi tão radical assim sob outro aspecto, pois a mudança em boa parte dos pratos foi, digamos, uma releitura do que já havia sido servido no restaurante nos seus 11 anos de pleno funcionamento.
Nesses anos todos de existência o Duchamp sempre marcou por uma cozinha criativa – sem ser exagerada – e saborosa, bom atendimento e ambiente aconchegante. E agora também alardeia uma nova carta de vinhos, voltada para as vinícolas pequenas e “boutiques”. Certamente opções diferentes das maiorias das cartas da cidade. Bons atributos que sugerem uma visita.
Quer dar uma conferida no novo cardápio do bistrô? Clique aqui, no novo endereço do blog.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Satis Fudge lança novo sabor

Primeiro ateliê especializado em fudges do Brasil, a Satis Fudge lança em Curitiba novidades para os apreciadores dos doces. O novo sabor coco, na versão com chocolate preto, acaba de ser criado.
A marca também apresenta o Original Hot Fudge, calda feita à base da mesma receita do fudge, com consistência ainda mais cremosa e líquida, indicada para servir aquecida ou na temperatura ambiente, com sorvetes, mousses, bolos, farofas doces e crocantes, entre outros.
Disponível em embalagem de 400g, pode ser armazenada por até 20 dias em geladeira.
Além da textura e de não endurecer em contato com sorvetes, o Original Hot Fudge também tem outro diferencial em relação a algumas caldas de chocolate: não possui conservantes nem estabilizadores.
Veja o post completo aqui.