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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Degustação às cegas de uísques no Ernesto Ristorante

Alguns dos uísques a serem degustados na noite especial do Ernesto Ristorante.
Harmonização com uísque? Tem, sim senhor.
Para os apreciadores, uma proposta interessante que vem do Ernesto Ristorante e que deve acontecer na semana que vem. Haverá uma degustação às cegas de uísques escoceses, seguido de menu-degustação elaborado pelo chef Dudu Sperandio especialmente para o evento.
Os uísques selecionados para a prova serão os seguintes: Buchanan’s Special Reserve 18 anos 40%, Jura Single Malt Scotch Whisky 16 anos 40%, Ballantine’s Blended Scotch Whisky 17 anos 43%, Cutty Sark Blended Scotch Whisky 15 anos 40%, The Macallan Single Malt ‘’Gold Medal, The Spirits Business 2009’’ 40%, Chivas Regal Blended Scotch Whisky 18 anos 40%, White & Mackay Blended Scotch Whisky 19 anos 40%, Caol Ila Islay Single Malt Whisky 18 anos 43%, The Dalmore Single Malt Scotch Whisky 15 anos 40% e J&B Reserve Blended Scotch Whisky 15 anos 40%.

Para saber mais e o cardápio completo do jantar, clique aqui.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Degustação vertical de uísques da The Dalmore na Adega Brasil

Para os apreciadores de uísque, uma grande pedida. Mesmo porque são poucas as ocasiões nas quais são privilegiados com eventos como esse, marcado para a próxima segunda-feira, em Curitiba. Uma degustação vertical dos uísques da The Dalmore, a partir das 19h30, na Adega Brasil Delicatessen, vai permitir a comparação direta entre os vários rótulos produzidos pela destilaria escocesa Whyte & MacKay.
Fernando Gurgel, embaixador da marca escocesa no Brasil, vai ministrar uma palestra sobre a empresa, que é uma das únicas destilarias que ainda usam alambiques com topo achatado, que proporcionam às bebidas complexidade e personalidade. E quem participar terá a oportunidade de saborear os rótulos de diferentes anos. Serão apresentados os whiskies Dalmore de 12, 15 e 18 anos.
A Dalmore é a mais prestigiosa linha de uísque, 100% malte, dentro da classificação de qualidade de destilaria. Pertencente a família Mackenzie por muito tempo, a marca é representada pelo emblema de uma cabeça de veado com doze pontos em seu chifre. Entre os rótulos, destaque para o The Dalmore 12 anos Single Malt (R$150,00) e The Dalmore 18 anos Single Malt (R$399,00).
O custo é de R$ 50 para a participação na degustação. Ou R$ 100, com direito a adquirir o valor em uísques importados pela Porto a Porto (e Casa Flora), que traz os produtos da Whyte & MacKay ao Brasil.

Avenida Cândido Hartmann, 1485 – Mercês
Fone: (41) 3014-0796

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Evian e Badoit, charmosas francesas agora também no Brasil


Evian e Badoit, agora também por aqui.
Água tem sabor? Tem, sim senhor.
Há quem possa não perceber a diferença entre uma e outra. Tanto quanto aqueles que não sabem diferenciar vinhos ou cervejas ou uísques. Mas, de um tempo para cá, crescem em toda a parte – a partir da Europa – as degustações de águas minerais, justamente por não existirem duas iguais, pelas diferenças de solos e clima dos locais que são extraídas. Exatamente como na produção de vinhos, cervejas e azeites.
Dentre as águas de grife mais consumidas e apreciadas na Europa estão as francesas Evian e Badoit, com e sem gás, respectivamente. Pura, como definem por lá a Evian. Com gás na medida, como é reconhecida a Badoit, que tem cerca de 2m² de gás por litro, é uma água perfeita para acompanha pratos e vinhos mais complexos. Ambas agora ganham distribuição no Brasil com exclusividade pelas importadoras Porto a Porto e Casa Flora.
Leia o post completo no novo endereço do blog, no site do jornal Gazeta do Povo, clicando aqui.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Sangria, uma opção para os dias de calor no Gonzales y Garcia


A sangria de vinho branco.
Que tal uma sangria? Tem tudo a ver com o verão que está para chegar oficialmente, mas que já está se manifestando entre nós.
Assim como a brasileira caipirinha tem várias versões, também entre os espanhóis há maneiras diferentes de se fazer essa bebida que é uma instituição no país, que teria surgido no Sul da Espanha e daí se espalhado pelas outras áreas – em algumas regiões do Norte é chamada de Zurra. Feita à base de vinho, suco e pedaços de frutas, tem pelo menos dois séculos de história.
As variações da receita aceitam a inclusão de especiarias ou pequenas doses de outras bebidas, como cointreau e conhaque. Pode ser feita tanto com vinho tinto, a versão mais comum, quanto com vinho branco.
Em Curitiba, quem inclui sangria em sua carta de bebidas é o Gonzales y Garcia, onde o cliente encontra as duas opções. A fórmula da casa conta com soda, sucos de laranja e limão, fatias de laranja com cravos da Índia espetados e pedaços de maçã. As frutas embebidas ganham um sabor adocicado e podem ser comidas junto com a sangria.
O cliente pode optar pela taça (R$ 12) ou pela jarra (R$ 35) da bebida, que é uma costumeira acompanhante para porções espanholas, como tapas, calamares (lulas) e camarões ou ainda os tradicionais montaditos do cardápio da casa.
Vale experimentar.

Gonzales y Garcia
Rua Visconde do Rio Branco, 948 – Mercês
Fone: (41) 3053-9933

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Luxuosos conhaques Bisquit chegam ao mercado brasileiro


O Cognag Bisquit X-O, luxo total.
O Bisquit VSOP, charme e classe.
Para os apreciadores não há igual. E já vem de muito tempo a veneração de pessoas ilustres da história pelo conhaque Bisquit. Desde o rei Louis Philippe, da França; o rei George VI, da Inglaterra; o Czar Nicolau II, da Rússia até mais recentemente o ex-presidente da França, Jacques Chirac.
Desde 1862 a marca é enaltecida com a premiação no World Fair de Londres. Atualmente a Bisquit comemorou a medalha de ouro no IWSC (International Wine & Spirit Competition). Estabelecida na região de Cognac desde 1692, a família Bisquit é a mais renomada no ramo  e agora faz parte do grupo Distell, se expandindo para mercados especiais como a China, Rússia,  África do Sul e Brasil.
Por aqui está chegando agora, por meio das importadoras Porto a Porto e Casa Flora. Em relação aos demais, os conhaques Bisquit são elaborados com mais tempo de destilação para obter uma riqueza maior de aromas. Para isso, o produto passa por um duplo processo de destilação em alambique de cobre. Já durante a maturação, os conhaques são envelhecidos em barricas de carvalho francês.
Entre os destaques da marca estão os conhaques VSOP (R$160,00) e XO (R$450,00). O primeiro é marcado pela cor âmbar, com aromas de frutos maduros, de especiarias doces e notas florais. Recomendado para ser servido puro, esse conhaque ganhou medalha de ouro em 2009 no IWSC, transformando-se em uma grande referência para a marca. Já o segundo é levemente envelhecido para obter a cor âmbar e aromas de tabaco, cacau e ameixa. Na boca apresenta suavidade e corpo cheio, tendo ganhado medalha de ouro em 2010 no IWSC.
Com garrafas contemporâneas, ousadas e luxuosas, os produtos já podem ser encontrados nos melhores restaurantes, adegas e delikatessens do Brasil.
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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Uísque Whyte & Mackay é lançado no Brasil


Já a disposição do consumidor brasileiro o líder dentre os uísques consumidos na Escócia, a marca Whyte & Mackay (patrocinadora dos carros da Force India na Fórmula 1), e suas linhas, adquiridas ao longo do tempo, o blend John Barr, e os de malte, considerados premium, Jura e Dalmore.

Um dos fatores a garantir a preferência dos escoceses é a diferença no sabor, por conta da maior proporção de malte na bebida, que é no mínimo de 30%, podendo chegar a até 60%. Para isso, a Whyte & Mackay é a única destilaria a realizar o processo intitulado de Double Marriage Blend (casamento duplo), razão pela qual utiliza dois leões como símbolo em seus rótulos. Após o envelhecimento de 8, 12, 18 e 21 anos em barricas, antes de ser engarrafado, o uísque é deixado em repouso por mais tempo em barrica de Jerez. Além disso, a Whyte & Mackay destaca-se por ser uma das únicas empresas que destila o seu próprio uísque, ao contrário da maioria, que compra a bebida pronta de outras destilarias. Entre os destaques estão os rótulos Whyte & Mackay Special, 13, 19, 22 e 30 anos.

Mais detalhes e informações sobre os uísques que chegam ao mercado brasileiro no novo endereço do blog, no site do jornal Gazeta do Povo. Clique aqui

sábado, 14 de maio de 2011

Rum Captain Morgan chega ao Brasil com lançamento em Curitiba


Captain Morgan e suas Morganetes, na festa de lançamento, em Curitiba.
A britânica Diageo, detentora de marcas como Johnnie Walker, Guinness e Smirnoff, traz agora para o Brasil uma das marcas que mais crescem em seu portfólio, Captain Morgan, já consagrada no mercado norte-americano.
O rum Captain Morgan tem um sabor refrescante, com aroma de baunilha, que permite combinações variadas de drinques. A mistura perfeita, recomendada pelos produtores, é a do Captain & Cola, fácil de fazer e ideal para festas e comemorações (é a velha Cuba Libre de sempre), misturando o rum a refrigerante de cola e bastante gelo.
Captain Morgan é um blend resultado da mistura de runs da Jamaica e Porto Rico, envelhecidos por um ano em antigos barris de carvalho norte-americano. A combinação de tipos de levedura empregada na fermentação, método de destilação, condições de envelhecimento e blending (mistura) determina o característico sabor do rum.
O sabor da marca é obtido através de uma receita proprietária, que é incorporada à mistura do rum nos estágios finais de produção, usando especiarias indígenas das Ilhas do Caribe, e acrescentando um inconfundível toque de baunilha.
Captain Morgan é resultado de extensas pesquisas com consumidores para garantir que a marca agrade todos os gostos. Desde o início do ano toda a produção global do rum foi transferida para uma destilaria da Diageo localizada na ilha de St. Croix, no mar do Caribe.
As garrafas de Captain Morgan chegam aos supermercados e baladas de todo o Brasil a partir de maio com um preço sugerido de R$26,00.

domingo, 27 de dezembro de 2009

O Dry Martini



Uma receita dessas que iria executar exigia um cálice de Martini seco. Precisava comprar uma garrafa, não havia mais no bar doméstico. Já havia um bom tempo vinha namorando a ideia e então tinha chegado a hora. Comprei uma garrafa do Noilly PrattI, o original francês, com uma terrível segunda intenção. Dias atrás já havia adquirido uma taça especial, somando-se ao gin Tangueray deu no quê? Dry Martini, é claro. Naquela proporção clássica de um montão de gin para um pinguinho de martini. Uma azeitona verde no fundo do copo e ficou especial. Pena que a foto não ficou das melhores, mas já pude me sentir um Humphrey Bogart, um Burt Lancaster, ambientado naqueles filmes dos anos 50. Tin-Tin.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Caipirinha de melão – nem tanto assim



Achei a receita em algum lugar e imaginei que poderia ser interessante. A de lima, por exemplo, é uma delícia. Ainda que não deva ser chamada de caipirinha, pois diz a legislação dos bartenders brasileiros que caipirinha só tem uma, a de limão – marca nacional.

Mas por que não de melão? Segui à risca o que mandavam, bater na coqueteleira a polpa do melão com o açúcar até formar espuma, acrescentas umas gotas de limão (siciliano), vodka e pedras de gelo. E daí servir. Não falava nada em peneirar, coar, algo assim. Pus direto, então. Mas aí ficou esquisito, mastigando pedacinhos de melão a cada gole.

O sabor até que ficou interessante, mas ficou uma caipirinha (não é esse o nome, sei disso) para beber e mastigar ao mesmo tempo. Enfim, nada que não se possa fazer num domingo.