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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Uísque Whyte & Mackay é lançado no Brasil


Já a disposição do consumidor brasileiro o líder dentre os uísques consumidos na Escócia, a marca Whyte & Mackay (patrocinadora dos carros da Force India na Fórmula 1), e suas linhas, adquiridas ao longo do tempo, o blend John Barr, e os de malte, considerados premium, Jura e Dalmore.

Um dos fatores a garantir a preferência dos escoceses é a diferença no sabor, por conta da maior proporção de malte na bebida, que é no mínimo de 30%, podendo chegar a até 60%. Para isso, a Whyte & Mackay é a única destilaria a realizar o processo intitulado de Double Marriage Blend (casamento duplo), razão pela qual utiliza dois leões como símbolo em seus rótulos. Após o envelhecimento de 8, 12, 18 e 21 anos em barricas, antes de ser engarrafado, o uísque é deixado em repouso por mais tempo em barrica de Jerez. Além disso, a Whyte & Mackay destaca-se por ser uma das únicas empresas que destila o seu próprio uísque, ao contrário da maioria, que compra a bebida pronta de outras destilarias. Entre os destaques estão os rótulos Whyte & Mackay Special, 13, 19, 22 e 30 anos.

Mais detalhes e informações sobre os uísques que chegam ao mercado brasileiro no novo endereço do blog, no site do jornal Gazeta do Povo. Clique aqui

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Um jantar escocês com sotaque brasileiro


Chef Bel Coelho criou os pratos para a noite especial do uísque no Zea Maïs.
Que tal um jantar todo harmonizado com uísque? É a proposta do Whisky Festival 2011, realizado pela Diageo – empresa líder em bebidas alcoólicas Premium, por acontecer na próxima quinta-feira (19), no restaurante Zea Maïs, em Curitiba. No melhor estilo "gastropub", conceito que leva as técnicas da alta gastronomia e ingredientes frescos para o descontraído ambiente de um pub, o chef Tom Kitchin - o chef escocês mais jovem a conquistar estrela no Guia Michelin, aos 29 anos - veio ao Brasil para preparar três jantares abertos ao público, com o desafio de trabalhar com ingredientes brasileiros da estação.
Estes jantares já ocorreram em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador e, a partir do contato com Kitchin, a jovem chef Bel Coelho vai executar jantares no mesmo tom em Brasília, no Your's (17) e esse de Curitiba. O menu da chef, que custa R$ 120,00 por pessoa, inclui três tapas (Ceviche de robalo com espuma de guacamole, Cestinha crocante com confit de costela de porco e purê de marrom com whisky, e Ovo de codorna em baixa com creme de mandioquinha e farofa de chorizo espanhol), prato principal (Carré de cordeiro com risoto de abóbora e avelãs e molho de whisky) e sobremesa (Suflê de chocolate 70% com sorvete de whisky e farofa de castanha-do-Pará).
As três entradas serão harmonizadas, respectivamente, pelos uísques; Wh Black &ampite, Buchanan's 12 e Johnnie Walker Red Label. Para o prato principal a sugestão é um Old Parr e a sobremesa será acompanhada de um Johnnie Walker Gold Label.

Reservas pelo telefone (41) 3232-3988.
Grande expectativa!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cerveja e uísque agora no portfólio da Porto a Porto

As cervejas alemãs da Paulaner, apresentadas ontem pela Porto a Porto.
A Porto a Porto amplia seu leque de importações na área de bebidas. Até agora foca basicamente em vinhos e alguns licores, assume a importação da Paulaner, a maior cervejaria de Munique – que já chegava ao Brasil desde 2004 e é a segunda marca mais vendida de cerveja de trigo no Brasil.
As cervejas Paulaner que estarão chegando ao mercado brasileiro via Porto a Porto a partir do mês que vem foram apresentadas ontem, em degustação no showroom da importadora em Curitiba. São cinco rótulos de características muito específicas e sabores diferenciados. A Original Müncher é uma cerveja extra, puro malte, totalmente natural, de fermentação baixa, com 4,9% de álcool. A Hefe Weissbier também é totalmente natural, de fermentação alta, fabricada com leveduras das próprias instalações de cultivo. É composta por 60% de malte de trigo e 40% de cevada malteada, com 5,5 de álcool. Outra de trigo, Hefe-Weissbier Dunkel, mas escura, também tem a mesma proporção dos maltes, só que torrado por mais tempo (foi um dos destaques no paladar), com 5,3% de álcool. A mais interessante de todas foi a Salvator, que foi a primeira cerveja da Paulaner, fabricada pelos monges para consumo durante o jejum da Quaresma, como pão líquido. Cerveja escura forte, puro malte, de baixa fermentação, fabricada com leveduras das próprias instalações de cultivo, cevada malteada e lúpulo de Hallertau. Essa tem 7,9% de álcool e vai muito bem com carnes e queijos fortes.
Ainda foi apresentada ontem a Hacker-Pschorr Anno 1417, que leva em seu nome o ano da fundação da Cervejaria Hacker Pschorr, adquirida mais tarde pela Paulaner. Não é filtrada e leva levedura, mas é produzida com malte e cevada e tem 5,5% de álcool.
A cervejaria Paulaner foi fundada em 1634 pelos monges do monastério São Francisco de Paula, em Munique. Hoje a cervejaria é considerada a maior da Baviera, produzindo mais de 2,5 milhões de hectolitros por ano. A Paulaner também é a maior produtora de Weiisbier (cerveja de trigo) da Alemanha.

Uísque à vista

Mas nem só na cerveja fica a novidade de importação da Porto a Porto. Para quem nunca havia trabalhado com destilados, passa a representar no Brasil a importação do uísque Whyte & Mackay, que está entre os mais consumidos na Escócia. Para quem não se ligou, a destilaria é patrocinadora dos carros da Force India na Fórmula 1. E o interessante é que, ao contrário dos demais, os produtos têm diferenciação nos tempos de envelhecimento. Em vez dos clássicos, 8, 12 e 18 anos, o Whyte & Mackay tem 13, 19, 22 anos de idade quando chegam ao consumidor.
Uísques da Whyte & Mackay, agora também no portfólio da importadora.