terça-feira, 20 de março de 2012

Um nhoque com pinhão para homenagear Curitiba

Nhoque Curitiba, nhoque de batata com carne de panela e pinhão - para o aniversário de Curitiba.
Nhoque com pinhão tem a ver com Curitiba? De acordo com o Happy Burger, sim. O nhoque por ser o prato tradicional de algumas mesas italianas no dia 29, o nhoque da fortuna – e no próximo 29 a cidade de Curitiba comemora aniversário. E o pinhão por ter tudo a ver com a paisagem da cidade - Core-Etuba, origem do nome Curitiba, significa “muito pinhão”, na linguagem indígena.
Sendo assim, no dia do aniversário da capital paranaense, os clientes do Happy Burger conhecerão o novo prato, que foi batizado como “Nhoque Curitiba” - nhoque de batata com carne de panela e pinhão - e estará disponível todo dia 29, por R$ 14,50 (porção individual).
Leia o post completo no novo endereço do blog, clique aqui.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Madero muda. Agora é menos churrascaria e mais restaurante

O Filleto alla parmigiana, feito na grelha, é uma das novidades do Madero.
Mudanças sensíveis no cardápio e no perfil do Madero. Que vai, cada vez mais, se afastando daquele conceito básico para o qual foi concebido – que era o de casa de grelhados, do hambúrguer aos cortes mais nobres de carne. Tanto que, de uns tempos para cá e com a expansão da rede, adotou-se um nome de Madero Burger & Grill para o que antes se chamava de Restaurante Madero ou Madero Steak House. Em outras palavras: sai a churrascaria e entra o restaurante.

E nesse mês de março estão sendo apresentados os novos pratos do cardápio, mantendo os consagrados sanduíches gourmets e acrescentando algumas variações mais elaboradas para as carnes, inclusive as que já estavam sendo servidas. O Entrecôte, por exemplo, um dos mais vendidos, que chegava à mesa exclusivamente com batatas fritas, agora, além do molho “secreto e especial”, poderá ser servido também com molho Roquefort.

Mais dois pratos inspirados em  clássicos franceses farão parte do novo menu: o Filet mignon au poivre (com molho cremoso e pimenta verde) e o Filé mignon com molho de mostarda Dijon. Dos clássicos italianos, o Filleto alla parmigiana (experimentei uma vez, é incrível, feito na churrasqueira!) e o Filé mignon com molho de queijo parmesão.
Leia o post completo, com mais ilustrações, no novo endereço do blog, aqui.

domingo, 11 de março de 2012

A diferença que faz um verdadeiro haddock

Haddock ao molho alho doce, com arroz selvagem e aspargos verdes.
Haddock... só quem experimenta sabe a diferença.
Nos velhos tempos de Curitiba era possível encomendar na Casa Sulina, do Mercado Municipal, onde também se conseguia outra raridade: cogumelos. Sim, esse onipresente cogumelo paris, que hoje praticamente é cultivado em nossos quintais só chegava sob encomenda. De 15 dias.
O haddock até que tinha mais fácil. Era bem mais caro e talvez não de muita saída. O casal de alemães (quem se lembra os nomes deles?) ainda oferecia algumas receitas para a execução de alguns pratos. Algumas delas guardo aqui até hoje, datilografadas e, é claro, muito saborosas.
De uns tempos para cá o haddock rareou no mercado. O legítimo, escocês, era encontrado com muita dificuldade por aqui. Na dúvida, seria possível conseguir com uma chegada a São Paulo, na Casa Santa Luzia. Mas para o dia a dia daqui, nadinha.
Havia o atenuante da Damm, que produz alguns bons defumados e também põe no mercado alguns tipos de peixe “tipo” haddock (surubim, bacalhau...), mas, pelo que se sabe, não o verdadeiro. Com bons resultados, até que se prove (ou rememore) o verdadeiro escocês. Aí é pedir para sair da frente, tamanha a diferença de textura e sabor.
Cheguei exultante em casa com uma peça do verdadeiro haddock, já dando vazão a ideias mirabolantes. Mas era meio de semana, muito pique de trabalho, alguns outros compromissos e sem chance de cozinhar. Veio a oportunidade nesse sábado e fui atrás de algumas receitas. Já fiz haddock algumas vezes, mas tenho a mania (cacoete, toque, sei lá o quê) de não repetir as mesmas execuções. Achei algumas receitas interessantes justamente no site da Damm, de onde tirei também a sugestão para a entrada, com o salmão defumado que eles produzem.
Muito interessante a combinação do salmão com o morango e a mistura do cream cheese com o wasabi. Como o wasabi que tenho aqui é bem mais japonês, diminui em 1/3 a quantidade em relação à original da receita e mesmo assim ficou bem picante. Mas delicioso.
E como iria morango na combinação da entrada, apenas algumas pétalas, buscamos aqui por uma sobremesa com os morangos restantes, chegando ao suave e refrescante musse que fechou a refeição.
Em relação ao haddock, apenas algumas considerações. Achei que poderia ter reduzido um pouco mais o molho, mas, por mais que tentasse, não consegui dar a consistência de espuma como resultado final (tem uma foto lá no site da Damm). Por isso troquei a apresentação do prato, pois parece que ainda não consegui me acertar com espumas, pelo menos da forma como elas se apresentam para serem concebidas.
Tirando isso, ficou ótimo de sabor, pois haddock é haddock e não aceita imitações. O D’jo da entrada (juro não saber o que significa isso) também ficou muito bom e a sobremesa é básica, sem comprometer, apenas um bom fecho para isso tudo.
Para acompanhar, um consistente chardonnay, ligeiramente amadeirado, um Don Nicanor 2008. Deu tudo certo. 
{Ah, enquanto me lembro. É possível encontrar o legítimo haddock escocês na Queijos & Vinhos do Mercado Municipal, a R$ 139 o kg. Avenida Sete de Setembro, 1865 box 276/277 - Centro - Mercado Municipal. Fone: (41) 3264-9982.}
Para ter acesso às receitas e a mais ilustrações, vá ao novo endereço do blog, clicando aqui.