sexta-feira, 9 de março de 2012

Feijoada? Mais duas opções para os sábados curitibanos


A feijoada do Wood's Pub. Agora na cumbuca e em versões tradicional e light.
Faça frio, faça calor, o sábado é o Dia da Feijoada. São muitos os apreciadores e há quem não deixe passar em branco uma data sequer. Por isso as casas que oferecem esse prato de sotaque brasileiro sempre têm movimento garantido. Desde que ofereçam comida de qualidade, é claro, pois não é qualquer feijão cozido com alguns pedaços de porco que podem ser classificados como feijoada.
Curitiba recebe agora duas novas opções, que podem ser testadas amanhã. Uma delas está na Petiscaria do Victor, segundo eles “para acabar com a imagem de que Santa Felicidade é sinônimo somente de comida italiana”. A novidade já está incorporada ao cardápio de sábado como a estrela principal, levada à mesa em cumbucas que servem uma pessoa (R$30) ou duas pessoas (R$48).
Para acompanhar, a sugestão da casa é um chopp gelado, saído diretamente da fábrica. Os clientes podem aproveitar para experimentar diversas opções da bebida, uma vez que a casa tem como vizinho a fábrica Gauden Bier.
A outra opção não é bem um lançamento, mas uma mudança na forma de servir. Depois de três anos servindo a feijoada em buffet, o Wood’s Pub reformulou o cardápio e os pratos agora são servidos à mesa, em cumbucas de barro. O lançamento ao grande público será amanhã, a partir das 11h30.
Veja o post completo, com mais informações e detalhes, no novo endereço do blog: aqui

segunda-feira, 5 de março de 2012

Leonardo da Vinci em noite de harmonização no Vin Bistro

Os vinhos da Cantine Leonardo da Vinci, do prosecco ao vin santo.
Com um saboroso jantar harmonizado no Vin Bistro foram apresentados em Curitiba alguns dos vinhos da vinícola italiana Cantine Leonardo da Vinci. São vinhos bem interessantes, produzidos na cidade de Vinci, na Toscana (local de nascimento de Leonardo, seu filho mais famoso) e que chegam ao Brasil importados pela W & W WINE, de propriedade de Wilson José Felipe, que tem mais de 30 anos de experiência no mundo dos vinhos. Em Curitiba a representação é da All Wine Comércio, Importação e Exportação de Bebidas Ltda.
O abre-alas da noite, na saudação de chegada aos convidados, foi o Leonardo Prosecco DOC (R$ 39,70), levemente frutado e aveludado.
Para saber dos demais vinhos - dentre os quais um Brunello de responsa - e dos pratos da noite, com as devidas fotos, clique no novo endereço do blog, aqui.

domingo, 4 de março de 2012

E ô, e ô, o tamboril voltou!!!


Arroz de tamboril, prato de origem portuguesa executado com maestria pelo chef Alexandre Vicki.
Aviso aos navegantes (e cozinheiros e gourmets e gulosos): o tamboril voltou.
Xodó dos chefes de cozinha, esse peixe não é dos mais fáceis de ser encontrado no mercado brasileiro. Em Curitiba, especialmente, onde surge esporadicamente, na maioria das vezes por encomenda.
Pois agora não é que o tamboril está de volta? E veio para ficar, conforme me garantiu o Paulo Mozer, da Pescados Keli Mozer, no Mercado Municipal, que me disse ter uma boa surpresa para me mostrar. Foi lá dentro e trouxe da geladeira alguns filés de tamboril. E eu, que tinha ido apenas comprar um s camarões para o prato principal e umas tilápias para um ceviche, arrematei todos os filés de tamboril disponíveis. E me deu uma vontade imensa de ligar para os meus amigos chefs, que tanto gostariam de saber da novidade, para fazer inveja. Mas aí seria maldade demais de minha parte.
Tamboril? – pergunta você. Quase ninguém por aqui ouviu falar. Como peixe-sapo alguns dos litoral conhecem, mas desprezam. Talvez pela feiúra, talvez por desconhecer o processo de preparação.
Tamboril? Pergunte para um português e sinta a reação imediata de água na boca. É um dos principais pescados dos que vão à mesa daquele país. E que ganha outros nomes conforme o idioma, mas está sempre presente na galeria de primeira linha da gastronomia: rape (Espanha), lotte (França) monkfish (Inglaterra e EUA) e rana pescatrice (Itália), só para citar alguns.
O tamboril (Lophius gastrophysus) também habita nossos mares. É peixe de águas profundas, que pode ser encontrado no litoral brasileiro entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. E que só é pescado para exportação, pois nem tem como chegar à nossa mesa. Quer dizer, não tinha, pois agora pode ser regularmente encontrado em Curitiba. A primeira incursão de que me lembro foi através de uma casa de peixes congelados que funcionou no Batel no início da década passada. Chamava-se “Sabor do Mar” e apresentou o tamboril ao paladar curitibano. Desde o lombo, as postas, até a saborosa carne das bochechas, sua parte mais nobre. É uma carne de consistência firme, que lembra em quase tudo a da lagosta. Com o fechamento da tal loja, a distribuidora Leardini deixou de acondicionar e de vender o peixe, que aparecia por aqui muito de vez em quando, desprezado no fundo de caixas de outros espécimes e quase sempre doado para a refeição dos funcionários. Por um curto período foi encontrado congelado nas lojas do Mercadorama, mas durou pouco.
E aí ficamos esse tempo todo na vontade. Até agora, quando os simpáticos filés arredondados me foram entregues pelo Paulo Mozer. 
Leia o post completo, com todas a receitas, no outro endereço do blog, no site do jornal Gazeta do Povo, clicando aqui.