Sei disso, o prato original é belga, mas acho que tem tudo a ver com Paris ao ar livre.
Então, enquanto dávamos uma volta por Montmartre, fizemos um pit stop em meio aqueles tantos pintores e retratistas que lá se encontram e pedimos Moules frites acompanhadas de um copão da cerveja 1664 para aplacar o forte calor do verão parisiense.
Estavam ótimos os mariscos, com um suave molho cremoso à base de vinho branco. O que nunca entendi nesse prato é a função das fritas (acho que não combinam). Mas quem sou eu para discordar da gastronomia deles?
Uma conversa saborosa com quem aprecia as boas coisas do pecado da gula. Jornalista esportivo e chegado às coisas do fogão.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Escaldante Paris
Dificilmente me acerto quando venho a Paris no verão. Em outras vezes, incluindo a Copa do Mundo de 1998 (quando o trabalho me permitiu o sacrifício de passar dois meses por aqui), vim preparado para um superverão e tive de ir às compras, pelo menos de alguns moletons. Agora imaginei dias um tanto mais frescos, pois o pique do verão é no fim do mês, virada para agosto. Pois ontem, na chegada, até que estava razoável, uns 27 de máxima. Mas hoje ligaram o forno ambiental e o termômetro chegou a 34, com sensação térmica de alguns bons graus a mais sob o sol.
O jeito, então, foi partir para cerveja e saladas. Lembrei-me de um Bar à Bieres onde fui pela primeira vez com o Irapitan Costa, na época do mundial. E mais cervejeiro que ele, impossível. Fica ali na Praça da Bastilha e se chama Falstaff. O meu registro favorável não era pela cerveja e sim pela boa comida. Que, comprovadamente, continua com a mesma qualidade.
Duas saladas na mesa 17! Uma era das recomendações do quadro negro, dos pratos do dia: Salade perigourdine.
Como o nome sugere, a base da salada e o pato, aqui em três diferentes experimentos: rillete, saucisse e um maravilhoso patê de foie, macio, daqueles de se desmanchar na boca. Na base, alface frisée, tomates, ovos cozidos e um delicado molho de mostarda. E algumas fatias de crocantes torradas de broa.
A outra salada é uma daqueles do cardápio fixo da casa, a Salade d'Ocean.
A mesma base de frisée com tomates, com minúsculos camarões, mariscos e salmão defumado, com fatias torradas de pão integral e limão siciliano (que aqui em Paris eles chamam de limão argentino).
Refeição leve e completa, bem ao jeito do dia de calor que passamos aqui.
O jeito, então, foi partir para cerveja e saladas. Lembrei-me de um Bar à Bieres onde fui pela primeira vez com o Irapitan Costa, na época do mundial. E mais cervejeiro que ele, impossível. Fica ali na Praça da Bastilha e se chama Falstaff. O meu registro favorável não era pela cerveja e sim pela boa comida. Que, comprovadamente, continua com a mesma qualidade.
Duas saladas na mesa 17! Uma era das recomendações do quadro negro, dos pratos do dia: Salade perigourdine.
Como o nome sugere, a base da salada e o pato, aqui em três diferentes experimentos: rillete, saucisse e um maravilhoso patê de foie, macio, daqueles de se desmanchar na boca. Na base, alface frisée, tomates, ovos cozidos e um delicado molho de mostarda. E algumas fatias de crocantes torradas de broa.
A outra salada é uma daqueles do cardápio fixo da casa, a Salade d'Ocean.
A mesma base de frisée com tomates, com minúsculos camarões, mariscos e salmão defumado, com fatias torradas de pão integral e limão siciliano (que aqui em Paris eles chamam de limão argentino).
Refeição leve e completa, bem ao jeito do dia de calor que passamos aqui.
Assinar:
Postagens (Atom)



