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terça-feira, 10 de abril de 2012

Avant-première da Safra 2004 da Veuve Clicquot em Curitiba

Dominique Demarville, chev de cave da Veuve Clicquot.
Dominique Demarville, uma das principais personalidades do mundo do vinho, estará em Curitiba na próxima semana. O chef de cave da Veuve Clicquot tem agenda cheia para o pouco mais de um dia por aqui, ocasião do lançamento oficial da safra 2004 dos inigualáveis champagnes por ele produzidos.
A programação de Demarville começa no almoço do dia 19, no Restaurante Manu, somente para convidados muito especiais (com lugares marcados) à Avant-première da Safra 2004.
No período da tarde, no Hotel Mabu (Centro), haverá uma degustação técnica para cerca de 30 pessoas, entre gerentes de lojas, garçons e sommeliers. 
À noite, no Restaurante Durski, acontece um Wine Dinner especial. Na ocasião, Dominique Demarville apresentará os champagnes da Cave Privée, uma coleção única de raros vintages selecionados por ele, além do avant-première da safra 2004, razão de sua visita ao Brasil.
O jantar harmonizado exclusivo terá um menu especial de quatro tempos, criado pelo chef Junior Durski, com o auxílio do crítico de vinhos Guilherme Rodrigues (aqui do Bom Gourmet) e será harmonizado com Veuve Clicquot Cave Privée Blanc 1980 e 1990 em tamanhos magnum, Vintage Blanc 2004 e 2002 e Veuve Clicquot Demi-sec.
No dia seguinte, no novo endereço da Adega Brasil (antiga Vinothèque), o chef de cave da Veuve Clicquot terá um encontro com mulheres executivas de Curitiba. Será algo parecido com um brunch e a criação do cardápio também ficou sob responsabilidade de Manu Buffara, com atrações interessantes.
Para ver a programação completa, com detalhes dos cardápios e dos champagnes, vá ao outro endereço do blog, no site da Gazeta do Povo, clicando aqui

sábado, 10 de março de 2012

Degustação especial de chilenos na Vino! Champagnat


A enóloga Sandra Zottis comanda a noite.
A variedade dos sabores dos vinhos chilenos é tema de encontro na Vino! Champagnat, no próximo dia 14 (quarta-feira), às 19h30. “Chile e seus terroirs” reúne cinco rótulos diferentes para degustação, pelo valor de R$ 80 a inscrição. Serão apresentados o Chocalán Malvilla Pinot Noir (San Antonio), Valle Secreto Sauvignon Blanc (Cachapoal), Lagar de Bezana Aluvión (Alto Cachapoal), Chocalán Reserva Carmenere (Maipo) e Chaman Gran Reserva Cabernet Sauvignon (Colchagua).
O Chile é conhecido por ter um território com topografia particular, apresentando diferentes climas ao longo do país. Consegue, assim, desenvolver diversos tipos de uvas com qualidade. Os vinhos tintos chilenos Cabernet Sauvignon e Merlot são os mais elogiados, mas nos últimos dez anos o país também vem se destacando nos vinhos brancos, com uvas Sauvignon Blanc e Chardonnay. A descoberta da uva Carmenere, que se acreditava extinta na Europa, deu ainda mais destaque à região – e hoje é praticamente uma marca registrada do país.
A degustação será comandada pela enóloga Sandra Zottis, integrante da Associação Brasileira de Enologia e responsável por treinamento, palestras e degustações da Vino! em Curitiba. Professora de enogastronomia do Centro Europeu, Sandra já realizou viagens de estudos a diversos países, incluindo o Chile, Uruguai e França.

Rua Desembargador Otávio do Amaral, 515 - Bigorrilho
Fone: (41) 3335-6060

Esse post também está no outro endereço do blog, no site do jornal Gazeta do Povo. Confira aqui.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Leonardo da Vinci em noite de harmonização no Vin Bistro

Os vinhos da Cantine Leonardo da Vinci, do prosecco ao vin santo.
Com um saboroso jantar harmonizado no Vin Bistro foram apresentados em Curitiba alguns dos vinhos da vinícola italiana Cantine Leonardo da Vinci. São vinhos bem interessantes, produzidos na cidade de Vinci, na Toscana (local de nascimento de Leonardo, seu filho mais famoso) e que chegam ao Brasil importados pela W & W WINE, de propriedade de Wilson José Felipe, que tem mais de 30 anos de experiência no mundo dos vinhos. Em Curitiba a representação é da All Wine Comércio, Importação e Exportação de Bebidas Ltda.
O abre-alas da noite, na saudação de chegada aos convidados, foi o Leonardo Prosecco DOC (R$ 39,70), levemente frutado e aveludado.
Para saber dos demais vinhos - dentre os quais um Brunello de responsa - e dos pratos da noite, com as devidas fotos, clique no novo endereço do blog, aqui.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Vinícola Dezem comemora boa safra e começa a colher Chardonnay

Os vinhedos e a sede da vinícola Dezem ao fundo.
Tive a oportunidade de escrever, meses atrás, sobre a surpresa que foi uma degustação de vinhos e espumantes da vinícola Dezem. Foi uma degustação às cegas, reunindo gente do mundo do vinho e, ao término do jantar harmonizado, uma exclamação de espanto geral marcou o ambiente quando o organizador do evento informou serem todos produzidos em um mesmo local, na mesma vinícola. E que esta era paranaense, de Toledo. Confira aqui.
Pois a vinícola Dezem anuncia estar iniciando o ano com “bons ventos”. Devido ao tempo seco registrado na cidade interiorana, tanto no período de brotação como na colheita, a qualidade da uva da safra 2011/2012 deverá ser a melhor de todos os tempos. Esta característica - aliada à tecnologia utilizada - contribuirá, de acordo com a vinícola, para a “elaboração de excelentes vinhos”. A colheita da uva Chardonnay, destinada à elaboração de vinhos e espumantes, já teve início.
Aliás, parte da colheita foi antecipada para a elaboração dos espumantes, uma vez que, para esse tipo de vinho as uvas devem ser colhidas com boa acidez, o que ocorre um pouco antes de atingirem a maturação máxima. Outra parcela do vinhedo, com melhor exposição e com uvas maduras, foi destinada à elaboração de Chardonnay fermentado em barricas de carvalho, proporcionando um vinho mais encorpado, complexo e longevo. O tempo seco contribuiu para o melhor amadurecimento da fruta e também evitou a presença de fungos, típicos em safras úmidas – comemoram por lá.
Saiba mais sobre a colheita, inclusive com programação de turismo enogastronômico, no novo endereço do blog, clicando aqui.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Grappolo & Vino! anuncia jantar harmonizado para amanhã

Aos poucos a temporada gastronômica curitibana vai entrando nos eixos. Com o retorno das férias de boa parte das famílias, os restaurantes e promoters vão anunciando as atrações desse início de temporada. E daqui mais uns dias as agendas estarão completas e recheadas de atrações.
Como essa da loja Grappolo Vino!, que preparou um jantar harmonizado para amanhã (03). O cardápio completo, concebido e executado pelo chef Thiago Di Barros, sai por R$ 85, já com os vinhos harmonizados, e começa com o couvert, que traz pães, creme de salmão defumado, salsinha e manteiga.
Confira o cardápio completo e mais detalhes no novo endereço do blog, clicando aqui.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Grand Cru lança blog, novo cardápio e agora tem ostras às quintas

Manta de mussarela de búfala recheada .
Um agradável happy hour e a loja e bar de vinhos Grand Cru Curitiba apresentou ontem algumas das primeiras novidades para esse 2012. Primeiras de muitas, se depender da criatividade e da imaginação sua proprietária, Patrycia Coelho, que sempre tira alguma da cartola (aí sem qualquer trocadilho), como os encontros musicais com vinhos e as degustações comentadas nas manhãs de sábado que marcaram o ano passado.
Dessa vez ela anunciou o lançamento do blog Papo de Wine Bar (www.papodewinebar.com.br), que reúne todas as informações sobre a loja e o wine bar da Grand Cru Curitiba, além da programação dos cursos, palestras, roda de vinhos, degustações, promoções e outras atrações. Entre os diferenciais por ela apresentados está a coluna Falando de Vinho, na qual o próprio staff da loja avalia vinhos degustados e um glossário, bastante didático, com palavras relacionadas ao sempre atraente mundo dos vinhos.
A outra novidade apresentada foi o novo menu de verão, criado pelo chef Marcelo Lauer.
Para saber de mais detalhes, inclusive sobre as quinta-feiras de ostras, entre no novo endereço do blog, clicando aqui.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Barreado com vinho? Dá certo, sim senhor.

O Barreado do Armazém Romanus, que deu muito certo com os vinhos.
O convite era bem intrigante: harmonização de barreado com vinhos.
Ideia do pessoal da Porto a Porto, como tema para um almoço de fim de ano com amigos e jornalistas.
Da parte que me toca tenho lá minhas restrições com o barreado. Não pelo prato em si, talvez o mais conhecido dentre aqueles registrados como tipicamente paranaenses. É que são poucos os que obedecem aos preceitos básicos de sua execução, de resto quase sempre exageram na quantidade de condimentos (e o cominho é fatal, rouba qualquer paladar) e simplificam o tempo de cozimento. O resultado é um cozidão de carne, que, sinceramente, nada tem a ver com o sabor original.
Mas quando soube tratar-se de um barreado preparado por Luiz Antônio Romanus, do Armazém Romanus, de Morretes, já me senti bem mais animado. Afinal de contas trata-se de um dos poucos restaurantes estrelados do Guia 4 Rodas no Paraná, justamente pela qualidade do barreado, que é o prato principal do cardápio da casa. Mais uma razão, agora sim, para aumentar minha curiosidade com a possibilidade de harmonização. 
Leia a nota completa, com a relação dos vinhos e mais ilustrações, no novo endereço do blog, clicando aqui

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Carneiro é estrela do jantar de despedida da Grappolo Vino!


Carneiro recheado com pasta de berinjela, tâmaras e nozes ao molho demiglace.
Um cardápio de dar água na boca. É o que anuncia a loja Grappolo Vino! para a próxima terça-feira (13), com o mote de encerrar suas atividades enogastronômicas em 2011. O chef da casa, Thiago Di Barros, concebeu um menu-degustação, tendo como grande estrela da noite um prato com carne de carneiro. O valor por pessoa é R$ 85, com direito a couvert, entrada, prato principal e sobremesa. Para harmonizar, o cliente pode escolher qualquer vinho da enoteca, com preço de loja.
A degustação começa com uma Brandade de bacalhau, acompanhada de tomilho, ricota e castanhas de caju. Em seguida vem o Carneiro, recheado com pasta de berinjela, tâmaras e nozes, ao molho demiglace. Será acompanhado por purê de batata salsa e cubos de maçã verde.
Como sobremesa, Rabanada de brioche, que vem com coulis de morango.
A Grappolo Vino! realiza mensalmente eventos gastronômicos, harmonizações e degustações. Fundada há dois anos, a loja mantém parceria com a rede Vino! desde o último mês de agosto. Este jantar é o último do ano, tem vagas limitadas e a casa aceita reservas com até 24 horas de antecedência. O valor é de R$ 85 por pessoa.

Grappolo & Vino Enoteca
Rua Barão de Guaraúna, 500 – Juvevê
Fone: (41) 3039-2729

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Um vitelo assado para recepcionar o Beujolais Nouveau 2011


Sempre há um motivo para comemorar. O sol gostoso do domingo de Primavera, o primeiro contato com a cozinha de casa depois dos tantos dias de viagem, o bom momento para experimentar o Beaujolais Nouveau recém-lançado... tudo vale.
Alguns apreciadores de vinhos torcem o nariz para o Beaujolais Nouveau, entendendo tratar-se apenas de uma jogada de marketing. E é mesmo, muito bem feita. Eu, particularmente, gosto do vinho, jovem e fogoso. E já me apresso em explicar aos que porventura não tenham ideia do que se trata. É um ritual que os franceses repetem a cada ano, na terceira quinta-feira de novembro. É a data estabelecida como ideal para o início do consumo do vinho jovem, engarrafado há pouco mais de dois meses, com uvas (gamay) da safra do ano.
Os franceses costumam festejar a chegada do dia de abertura das garrafas do Beaujolais Nouveau, como se representasse o início da nova safra de produção em todo o país. E foi assim, na última quinta-feira, último dia de minha permanência por lá, onde o preço de venda é muito acessível (trouxe duas garrafas, uma por 5,70 € e outra por 6 €) – ao contrário do que ocorre no Brasil, onde o preço mínimo, conforme a marca, é de pelo menos três vezes mais.
Como se trata de um vinho muito jovem, recomenda-se consumi-lo já nesses primeiros dias pós lançamento. No máximo em três meses, nada mais que isso, para não ter consistência e sabor comprometidos.
Dos dois que vieram na bagagem, o escolhido para o almoço foi o mais famoso deles, o Joseph Drouhin, o preferido entre os julgadores brasileiros. E realmente estava muito bom, superior ao do ano passado, macio, frutado (como deve ser) e com um aroma penetrante de cerejas. 
Veja o texto completo, com detalhes, fotos e receitas dos pratos no novo endereço do blog, clicando aqui.

sábado, 5 de novembro de 2011

Vem aí (de novo) a primeira champanharia de Curitiba


O ceviche, um dos pratos concebidos pelo chef Alessandro Bressanelli para o cardápio da casa.
Segundo o comunicado oficial do lançamento, trata-se da “primeira champanharia de Curitiba”. É e não é, podemos dizer assim.
A Baltazar Champagnerie & Bistrot, que será inaugurada nessa segunda-feira (07), será mesmo a primeira (e única, por enquanto) tentativa de uma casa do gênero nos dias de hoje, mas a cidade já passou por algumas experiências recentes em propostas semelhantes. Lembro-me, por exemplo, de uma que funcionou ali próxima ao Hospital de Clínicas (de uma arquiteta, se não me engano) há uns cinco anos, mas teve vida curta. Como também tiveram outras duas, no Batel, uma delas associada ao um sushibar. O próprio restaurante Duo, também no Batel, foi inaugurado com uma proposta de champanharia no térreo, com parceria da Salton. Todos eles foram alardeados como “a primeira champanharia de Curitiba”.
Tanto quanto a Baltazar, agora – o nome é uma alusão à garrafa de champagne de 12 litros, batizada em homenagem ao rei bíblico guardião dos tesouros –, que anuncia uma seleção de espumantes das melhores marcas. Na carta, terá marcas nacionais e importadas, com preços a partir de R$ 20,00 a garrafa, além de champagnes renomados e já conhecidos. Entre os destaques, o espumante austríaco Österreich Gold, com fios de ouro na sua formulação.
Para mais informações sobre a nova casa, seu cardápio... vá ao novo endereço do blog, clicando aqui.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Uma grande surpresa. Eram todos vinhos de Toledo


Os vinhos da noite, revelados somente após o término do jantar.
A história recente do vinho tem como um dos seus momentos marcantes o “Julgamento de Paris”. Divisor de águas, pode-se dizer, embora não seja conveniente juntar água ao vinho.
Quem já circula pelo mundo dos vinhos e aprecia os prazeres dali advindos sabe ao que estou me referindo. Para os demais, explico que o tal julgamento foi uma provocação de um comerciante de vinhos britânico, Steven Spurrier, que organizou em Paris, em 1976, uma comparação entre os vinhos franceses e os californianos, que àquela altura estavam fazendo muito barulho de qualidade na divulgação de seus produtos.
Degustação às cegas, entre sommeliers, proprietários de restaurantes estrelados e produtores franceses de vinho e os californianos ganharam de cabo a rabo, nos brancos e tintos. E há até uma expressão famosa, de Raymond Oliver, dono e chef do restaurante Grand Véfour, que comentou alto ao receber e provar uma das taças de vinho branco: “Ah, voltamos para a França”, saudando, efusivamente, o Freemark Abbey Winery 1972, um chardonnay do Napa Valley.
Esta degustação comparativa foi repetida há poucos anos, 2006, na comemoração dos 30 anos do primeiro evento. Novamente às cegas, jurados europeus e norte-americanos degustaram, simultaneamente, em Londres e na Califórnia, exatamente os mesmos vinhos da primeira ocasião. E o resultado foi mais acachapante ainda, goleada californiana.
Nas degustações às cegas realizadas por peritos e entendidos convidados, de vez em quando se inclui um vinho fora do contexto, ao qual chamam de “intruso”, para mexer com a capacidade de percepção dos jurados. Um italiano em meio aos franceses, por exemplo. Ou um do novo mundo em julgamento de europeus. E em alguns casos esses intrusos roubam a cena.
Lembrei-me disso tudo na degustação que houve na última terça-feira, no La Vinothèque. Quem me sondou primeiro foi a jornalista Elis Cabanillas Glaser, editora da revista virtual Vinícola (que, aliás, está em seu terceiro número, que vale a pena ser visto). “Você vai se surpreender” – foi o que me disse, recomendando que lhe contasse depois o que tinha achado. Surpreendidíssimo – complemento agora.
Leia o post completo, com mais ilustrações, no novo endereço do blog, clicando aqui