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| Consomês de Vegetais, de Carne Oriental e do Mar - proposta do Zea Maïs para finalização na hora de servir. |
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Fazer consomê é uma arte. É prova eliminatória das grandes
escolas de formação de cozinheiros, futuros chefs. Mais ainda: é
exigência básica para, por exemplo, um chef já consagrado conseguir
obter o certificado de “master chef” expedido pelo
Culinary Institute of America – CIA,
escola mundialmente conhecida e a mais influente dos Estados Unidos.
Ali alguns chefs consagrados são arrasados pelo crivo de quem estabelece
os critérios de julgamento. E o consomê é fundamental.
Consomê vem do francês
consommé,
que significa "reduzido pelo cozimento prolongado". Para ficar numa
definição bem singela, é uma espécie de sopa com uma textura bem aquosa.
Dotado de mais de mil anos, este prato se tornou uma glória da
culinária francesa. É geralmente feito a base de fundo claro de aves, de
vitela ou de carne de boi. Pode também ser feito de outros sabores,
como legumes, peixes ou frutos do mar. Todo o consomê deve ser
clarificado antes de ir à mesa, pois além de ser uma de suas
características, torna o prato mais bonito e apresentável. Clarificar
nada mais é do que retirar todas as impurezas, gorduras e elementos não
solúveis em suspensão na panela. Quanto mais transparente estiver, mais
perto da perfeição.
Ao contrário do que parece, por se tratar de
uma redução o consomê é razoavelmente forte. Por isso, indicado para ser
consumido em dias frios. E é aí que a gente chega ao gancho do assunto
de hoje: o Trio de Consomês do
Zea Maïs.
A partir de uma ideia inicial do
chef Celso Freire, foi desenvolvido pela
chef
Joy Perine e inserido no cardápio da casa para esses dias de inverno.
São três de uma vez só, “Do Mar”, “Vegetais” e “Carne oriental”,
servidos em uma tigelinha daquelas de beber saquê (o que facilita até
para sorver o caldo final) por sugestão apresentados como entrada (a R$
28), mas que podem, também, ser oferecidos isoladamente, conforme a
predileção do cliente, pelo mesmo preço.
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