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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

De feijoada, moqueca, costela e outros assuntos para sábado

O sábado brasileiro é costumeiramente consagrado à feijoada. Muitos bares e restaurantes fazem promoções especiais, prometendo sempre a melhor feijoada da cidade. Algumas mais tradicionais, outras nem tanto, mas todas com público certo e boa saída.
Mas não é só de feijoada que vive o apetite do curitibano no sábado, conforme comprovam as ofertas de outros sabores, que passam de carnes, churrascos, até a moqueca. Boas opções para escolher onde almoçar ou jantar.
Saiba de todas as opções do sábado no novo endereço do blog, clicando aqui.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Bar Baroneza escolhe o melhor petisco dos clientes


Bolinho de costela do Baran, o petisco vencedor do concurso do ano passado.
Dias atrás foi a Baggio Pizzeria e Focacceria que escolheu a melhor pizza entre as propostas dos clientes para fazer parte do cardápio da casa. Agora é a vez do Bar Baroneza, que lançou a 2ª edição da “Promoção Petisco do Cliente”, também nos mesmos moldes.
A ideia surgiu no ano passado e teve ótimo retorno, inspirando os proprietários do estabelecimento a repetirem a promoção. O Petisco do Cliente de 2010 foi o Bolinho de Costela do Baran, do chef Guilherme Baran e hoje está entre os mais pedidos pelos clientes que frequentam o Baroneza.
O concurso é dividido em etapas. A primeira etapa vai até o próximo dia 31 e contempla a inscrição do petisco pelo cliente. A segunda irá definir os dois finalistas, sob julgamento do júri técnico do bar, que já terão direito a um determinado valor em consumação na casa. Na última e decisiva etapa será servido um mix com os dois petiscos finalistas, que deverão ser analisados pelos clientes e o melhor deverá receber o voto. O petisco mais votado dentre os dois será o vencedor, com direito a R$ 300 de consumação.
Para conferir todos os detalhes do regulamento e outras informações, vá ao novo endereço do site, clicando aqui.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Bar do Pachá terá noite de cozinha italiana


Zico Garcez promove Noite Italiana.
Toda terça-feira o Bar do Pachá promove um jantar temático, abordando um ingrediente ou a cozinha de algum país, executado invariavelmente por um dos clientes da casa, convidado pelo proprietário, Zico Garcez, ou por chefes de cozinha amigos. O assunto de amanhã (02) será um Jantar Italiano, com harmonização de vinhos, desta vez comandado pelo jovem chef Rafael Rocha, que está se lançando no mercado.
O cardápio e a harmonização já estão prontos, antecipando uma noite de interessantes sabores.
Como entrada será servido um Brodo de carne e legumes com agnoli, a ser harmonizado com uma taça de vinho Primitivo Feudi di San Marzano – da Puglia. O primeiro prato será um Envoltini de berinjela com presunto cru recheado com creme toscano, acompanhado de um Montepulciano D’Abruzzo Caldora – de Abruzzo. E o prato principal será um Ravióli de salmão com manteiga de sálvia, escoltado pelo vinho I Balzini Green Label – da Toscana. O Tiramissú, da sobremesa, muda um pouco o sotaque no copo, chegando com o vinho madeira Justino 3 Anos – da Ilha da Madeira (Portugal).
Para saber mais detalhes e os valores, entre no novo endereço do blog, clicando aqui.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Noite de sabores gregos no Bar do Pachá


Tzatzik, uma das atrações do jantar de amanhã, no Bar do Pachá
Pouco se sabe por aqui sobre a gastronomia da Grécia. Na época da Olimpíada (foi em 2004) ainda me lembro de sair correndo atrás de pratos típicos do país para ilustrar uma matéria especial sobre pratos gregos. Ficamos na Mussaka, que na aparência até lembra uma lasanha, mas não tem nada a ver. Originalmente é feita com carne de cordeiro e berinjela, com várias especiarias e é muito saborosa. Vai muito bem com o vinho grego que – surpreenda-se! – é também muito bom, embora não tão divulgado assim.

Para quem não sabe, em Curitiba há um restaurante grego, o Gyros, que fica no Bacacheri, com a cozinha a cargo dos irmãos Teodoro e Kostas Frantzezos. Vale a pena uma visita para escolher entre os mais de 20 pratos ofertados pela casa.

A conversa dos gregos entrou aqui porque hoje tem jantar grego no Bar do Pachá, o espaço gastronômico do Zico Garcez, que já participou de várias casas na cidade (a última havia sido o Poivre Vert, um bistrô ali pertinho da Praça Espanha) e agora reúne seus amigos em torno do bar que marca pela boa comida, principalmente nas noites promocionais como esta de agora.

Por conta dos chefs Helena Kotzias e Alvaro Kotzias Baggio Moskalewski, o cardápio dessa terça à noite terá como entrada Tzatziki (Pasta de coalhada com Pepinos), seguida de Melitzanes (Musakás ou Mussaka de Beringela). O prato principal do evento será um Katsikaki (Cabrito Assado), servido com Kastelorizo - Rizzi (Arroz Negro Grego).

Vale a experiência na busca de novos sabores.

Bar do Pachá
Rua Claudio Manoel da Costa, 548- Bom Retiro
Fone: (41) 3044-4480

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Tem Cassoulet no La Santa Birra


O Cassoulet do La Santa Birra, atração do cardápio desse sábado.
Não gosto da definição "feijoada francesa", acho que não tem nada a ver – mesmo porque os sabores são bem diferenciados. Talvez na forma o Cassoulet se assemelhe, por juntar no mesmo cozimento carnes e feijão. E talvez, também, caiba sempre a explicação para os leigos terem uma ideia do prato como referência.
Mas o sabor é outro, os conceitos são outros, mesmo dentre as tantas variações do cassoulet na França, de cidade para cidade, entre Castelnaudary, Carcassonne e Toulouse, que disputam acirradamente as origens do prato e o título de melhor sabor do prato. Mas o que sei é que é um prato saborosíssimo. Em torno do feijão branco, carnes de pato, porco e mais alternativas, como nacos de cordeiro, sempre deliciosos. E o que não pode faltar é o toque final com a coxa confitada de pato.
Pois nesse fim de semana tem Cassoulet no já concorrido almoço de sábado (04) do La Santa Birra, em Santa Felicidade. A chef Telma Souza usa costelinha defumada de porco e paio, além do confit, é claro. Altamente recomendável.

La Santa Birra
Avenida Vereador Toaldo Túlio, 227 – Santa Felicidade
Fone: (41) 3042-7041.

Au-Au reforça o cardápio de saladas


Atum Salad, a novidade da rede Au-Au.
A grande variedade de saladas da rede Au-Au ganha mais uma alternativa: a Atum Salad. O prato, que já pode ser provado em todas as lojas da rede, traz os nutrientes necessários para uma refeição completa.
Além do nobre peixe, apresentado em pedaços, a nova salada leva ainda alface americana, alface roxa, rúcula, tomate, ovo cozido, croutons, cenoura ralada e azeitonas pretas fatiadas.
Para temperar, azeite de oliva e vinagre balsâmico são as sugestões. O preço é de R$ 15,50.
Com este lançamento, o Au-Au passa a contar com dez tipos de salada. Além da nova Atum Salad, fazem parte da família: Salmon Salad, Salada Caprese, Chicken Salad, Caesar Salad, Salada Tropical, Mango, Peito de Peru, Beef Salad e Mignon Salad.
O cardápio traz ainda as saladinhas, em porções pequenas, criadas para acompanhar sanduíches ou outros pratos. São duas opções: Spring e Green.

sábado, 14 de maio de 2011

Buffet de Sopas no Happy Burger


Sopa eslava, uma das atrações do Buffet de Sopas do Happy Burger (foto Domingos Salerno).
Aproveitando a onda de frio que começa por essas bandas, o Happy Burger lançou seu Buffet de Sopas, com seis opções de sabores serem servidos diariamente durante todo o inverno.
A Canja, o Caldo de feijão e a Sopa eslava são os três sabores fixos do Buffet. Além disso, toda noite mais três opções serão incluídas no cardápio, dentre as sopas de "pedra", aipim, pinhão, legumes, caldo verde, creme de ervilha, abóbora, palmito, caldo de mocotó e minestrone (feijão branco). Também será oferecida uma das opções doces: canjica, sagu ou arroz doce.
O Buffet de Sopas do Happy Burger é servido todos os dias, a partir das 19h e custa R$ 15,90 por pessoa.

Happy Burger
Av. Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, 251 – Cristo Rei
Fone: (41) 3262-9196

terça-feira, 3 de maio de 2011

Uma incomparável Paella Marinera no Gonzales y Garcia


O chef Ricardo Teruchkin na execução da Paella Marinera: perfeita.
Tenho de admitir, foi uma das melhores paellas que comi. Porque é muito simples juntar aqueles frutos do mar, outras carnes (no caso da valenciana), alguns legumes, pimentões e jogar na paellera com o arroz para chegar ao produto final. Aí, na maioria das vezes, fica aquele arrozão empapado, alguns frutos do mar borrachudos e todo mundo comemora do mesmo jeito.
O Gonzales y Garcia já havia apresentado uma Paella negra interessante no mês passado. Mas essa de agora, da segunda edição do evento que a casa tornou mensal, na última quinta-feira de cada mês, foi muito além da expectativa.
O chef Ricardo Teruchkin foi o convidado da noite para preparar o prato no formato cozinha show (demonstrando a receita passo a passo). Gaúcho, com passagem por restaurantes e bares espanhóis e atualmente trabalhando em eventos em Curitiba, apresentou uma Paella marinera, que, para os que não sabem e como o nome indica, é feita somente com frutos do mar.
Enquanto apresentava a elaboração do prato, o que me chamou a atenção foi quando pôs o polvo cru, em pedaços médios, na paellera. Até então já havia refogado a cebola para fazer a base e distribuído os pistilos de açafrão para começar a dar sabor e cor. Quando vi pôr os pedaços de polvo cru imaginei o pior: "vão ficar duros". Daí vieram as lulas, também cruas, e o camarão (cozido) para fechar e finalizar. E então o arroz (parboilizado, nunca o de risoto, claro).
E não é que o polvo ficou supermacio? Cozinhou alguns minutos, e quando começou a amaciar recebeu o arroz por cima. E então foi só o tempo de o arroz cozinhar e pronto. Um prato mais do que especial, para um clima muito bom criado pela casa.
As caçarolas, para abrir o apetite.

O cliente paga pelo todo (R$ 100 por pessoa) e já de pronto é recebido com alguns montaditos, seguidos de caçarolas (de camarão, bacalhau e linguiça com queijo). A noite teve ainda degustação de cervejas Gold, Amstel Pulse, Edelweiss e Heineken, além do chopp da Sol.
Dança flamenca, no clima da noite espanhola.

Ah, e ainda teve show no tablado. A noite foi embalada pela música e dança de integrantes do Instituto Flamenco de Curitiba. O Festival acontece sempre na última quinta-feira de cada mês, trazendo chefs convidados e menus-degustação.

Gonzales y Garcia
Rua Visconde do Rio Branco, 948 – Mercês
Fone: (41) 3026-8668

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Hoje é dia de Paella Marinera no Gonzales y Garcia

Chef Ricardo Teruchkin, responsável pela Paella marinera.

Acontece hoje a segunda edição do Festival Gastronômico do Gonzales y Garcia. O restaurante recebe o chef Ricardo Teruchkin, que vai preparar como prato principal da noite uma paella marinera, no sistema cozinha-show. Teruchkin iniciou sua carreira na Espanha, trabalhando também em Nova York e foi o responsável pela gastronomia da Villa de Caras, em Gramado (RS), por dois anos. A versão apresentada por ele do prato típico traz apenas frutos do mar (camarão, polvo, mexilhão e lula), combinados ao arroz, base da paella.
O cardápio do evento terá ainda, como entradas, oito tipos de montaditos e três caçarolas. Para harmonizar, o menu de bebidas trará uma degustação de cervejas Gold (Brasil), Dos Equis (México) e Amstel (Holanda), apresentada por um mestre cervejeiro especialmente convidado. A lista de bebidas inclui ainda duas marcas de chopp, Heineken e Sol, além de refrigerantes e água mineral. A trilha sonora da noite terá apresentação de música flamenca, típica das festas espanholas em que a paella é servida. O ingresso custa R$ 100 por pessoa e dá direito ao menu completo e às bebidas oferecidas no dia.
O Festival Gastronômico do Gonzales y Garcia tem edições mensais, sempre na última quinta-feira do mês, trazendo chefs convidados para apresentar a cozinha espanhola no formato de demonstração. A estrutura de preparo é localizada na varanda externa e retransmitida para as televisões do ambiente interno do restaurante.

Gonzales y Garcia
Rua Visconde do Rio Branco, 948 – Mercês
Fone: (41) 3026-8668

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O Arragui pode ser tudo isso mesmo


Tiradito de atum.
Revelei aqui no blog minha curiosidade. O que se esperar de uma casa que se propõe a misturar as cozinhas de Japão, Peru, França e Porto Rico? E depois, pensando bem, qual seria a razão de inclusão de Porto Rico, que não tem os mesmos apelos dos demais segmentos gastronômicos sugeridos?
Era mesmo de se ir ao Arragui Bistrô, a nova proposta para comes e bebes em Curitiba. Será aberto oficialmente nessa quinta-feira (14), mas teve uma sessão especial para jornalistas e convidados, apresentando a (bela) casa, os sócios, o cardápio e as inovações propostas. Ambientado em uma casa de arquitetura art déco e idealizado pela arquiteta Ivangela Curra, o espaço, de cerca de 100m2, tem 48 lugares e uma atmosfera cosmopolita, com apelos visando aproximar a França, os países latinos e o Japão. Os tons que predominam são escuros, preto e vermelho, como em boa parte dos bistrôs franceses e as luminárias são penduradas em diferentes alturas, oferecendo um ambiente casual e aconchegante. O bar, todo preto, ganha o brilho do arenito bruto na parede interna. Bacana, agradável ao chegar, causando boa impressão e jeito de boas vindas.
Armando, Raul e Guilherme, os sócios do Arragui.
Aí, lá dentro, aos poucos os mistérios foram desmoronando. Porto Rico? É de onde vem o chef Raul Carrasquillo, já estabelecido há algum tempo em Curitiba, ultimamente nas casas da Trovatta Risoteria – de onde também é outro sócio e chef, Armando Fuoco. O terceiro é Guilherme Lobo e aí já se desfaz outra curiosidade, o nome do bistrô (ou bistrobar, como eles chamam). Imaginei tratar-se de nome vindo de algum dialeto espanhol, pois é bem sonoro e lembra coisas de lá. Nada disso. Armando, Raul e Guilherme, as primeiras sílabas juntas formam Arragui (eles pronunciam como paroxítona, mas acho que ficaria mais bacana com a sílaba tônica no final).
E a comida? De pronto, uma surpresa que foi o melhor momento da noite. Um Sanduíche de sopa. Pena que a foto não saiu legal, mas é uma sopa concebida por Carrasquillo e tratada com reações químicas da cozinha molecular que a transformam em uma grande bolha, que é servida em cima de uma fatia de pão. Na boca, estoura e passa o agradável sabor de uma sopa muito bem feita.
Sanduíche de sopa,
Era um show à parte, não estava no cardápio oficial da noite, um menu degustação que começou com Tiraditos de atum, sashimis ao estilo peruano, com molho ponzu e cebola roxa.
Taco japonês de salmão.
Em seguida, Taco japonês de salmão, massa wonton em formato de taco recheado com salmão fresco, alface e vinagrete da casa.
Coconut shrimp.
O prato seguinte foi um Coconut shrimp, camarão à milanesa de coco com molho Dijon e mel (nesse é preciso ter cuidado para não deixar o molho tomar conta do delicado sabor do camarão).
Mini porpeta com molho Marsala.
Aí um momento para o sotaque italiano, com a Mini porpeta com molho Marsala, as pequenas e saborosas almôndegas recheadas com mussarela ao molho do vinho Marsala, o vinho fortificado italiano.
Bacalaitos.
Outro bom momento do paladar foi o Bacalaito, o toque portorriquenho. São lascas de bacalhau fritas envoltas em molho pastela. Tem muito a ver com as pataniscas portuguesas, mas as lascas são maiores e mais presentes.
Le Canard.
Fechando os pratos salgados, Le Canard. Coxa e sobrecoxa de pato assada no vinho e desfiada, servida com pappardelle. Macia, leve e saborosíssima.
Tres leches.
Como sobremesa, Tres leches, um bolo gelado e cremoso com leves aroma e sabor de rum. E que tem origem no Caribe.
E ainda tem mais, muito mais no cardápio eletrônico, outra inovação do Arragui, onde não existe cardápio impresso. Tudo está exposto em Ipads e cada mesa tem o seu. Assim, é possível visualizar as fotos de todos pratos antes de escolher o pedido, que já vai direto para uma central, sem a necessidade de chamar o garçom. E as ótimas fotos chamam a atenção e mexem com a tentação da gula. Convidando para voltar e experimentar mais.

Arragui Bistrô Bar
Rua Visconde do Rio Branco (esquina com Princesa Izabel) – Mercês